Ex-namorada acusa Felca de manipulação emocional e expõe relação abusiva nas redes sociais Foto: Reprodução / Redes Sociais
Uma sequência de desabafos publicada nas redes sociais colocou o influenciador Felca no centro de uma nova polêmica. Uma jovem identificada como Roh Silva afirma ter vivido um relacionamento abusivo com o youtuber e descreve episódios que, segundo ela, deixaram marcas profundas em sua saúde mental.
De acordo com o relato, os dois passaram a morar juntos quando ela tinha 18 anos. Roh conta que, naquele período, ainda não havia recebido o diagnóstico de autismo nível 2, o que teria contribuído para que se sentisse mais vulnerável dentro da relação.
Em suas publicações, ela afirma que enfrentava crises frequentes, acompanhadas de medo e ansiedade, e que não encontrava apoio adequado.
A jovem descreve o comportamento do influenciador como manipulador, dizendo que ele alternava atitudes que a faziam duvidar da própria percepção.
Em meio a esse cenário, Roh relata que chegou a acreditar repetidamente em promessas de mudança, o que dificultava o rompimento definitivo.
Um dos episódios mais marcantes, segundo ela, ocorreu durante uma crise emocional intensa. Roh afirma que foi convencida a sair de casa com a promessa de um passeio, mas acabou sendo deixada do lado de fora, sem explicações claras. A situação, de acordo com seu relato, contribuiu para aprofundar o sentimento de abandono.
Ela também questiona a imagem pública do youtuber, sugerindo que sua postura diante das câmeras seria cuidadosamente construída e diferente do que vivenciou no âmbito privado.
Atualmente, Felca integra um quadro sobre saúde mental no Fantástico, da TV Globo, o que, para Roh, torna a situação ainda mais contraditória.
Até o momento, o influenciador não comentou as acusações. O caso ganhou repercussão online e tem provocado discussões sobre relacionamentos abusivos e a exposição de experiências pessoais nas redes sociais.
1
2
3
4
21:29, 22 Abr
26
°c
Fonte: OpenWeather
Testemunhas contaram que viram o casal chegar ao condomínio discutindo. e o delegado afirmou que o suspeito alterou a cena do crime
Com a alteração aprovada, o medicamento passa a contar com indicação para pacientes pediátricos a partir de 10 anos de idade.
De acordo com Andrei Rodrigues, sem os documentos, o policial perde o acesso tanto à unidade quanto às bases de dados utilizadas na cooperação entre as autoridades brasileiras e americanas.
mais notícias
+