Deputada Clarissa Tércio. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A deputada federal Clarissa Tércio (PP) publicou em suas redes sociais um vídeo, supostamente gravado por um professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), em São Leopoldo, Rio Grande do Sul, que está repercutindo.
No conteúdo, o professor aparece usando roupas coloridas, em um cenário que parece estar relacionado a uma movimentação. Durante a gravação, ele tira as roupas e fica apenas de calcinha colorida, além de usar uma coroa, que simula a coroa de espinhos, também colorida
No post, a parlamentar questiona o que considera ser a “luta por direitos” e afirma que o conteúdo do vídeo representa um ataque aos valores que, segundo ela, sustentam a sociedade. (VEJA O VÍDEO ABAIXO)
“Essa inversão de valores é inaceitável e precisa ser enfrentada com coragem e firmeza. Não vamos nos calar diante de tamanha safadeza!”, escreveu a deputada.
A deputada reforçou sua posição sobre o respeito às crenças religiosas e a necessidade de combater o que ela considera como ataques a valores tradicionais.
Veja o vídeo:
Na tarde da última sexta-feira, 24 de janeiro, a deputada federal Clarissa Tércio (PP) divulgou nas suas redes sociais que assinou o pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por supostamente cometer crime de responsabilidade.
"O Brasil não suporta mais o desgoverno Lula destruindo o nosso país. Além de todo o fracasso da gestão, Lula e seus companheiros querem pagar por um programa sem previsão no orçamento. O Tribunal de Contas da União bloqueou o pé-de-meia por violação das regras orçamentárias. Isso configura crime de responsabilidade, fator suficiente para o impeachment de Lula. É hora de voltarmos às ruas e lutar pelo FORA, LULA!", declarou a parlamentar.
Parlamentares da oposição estão pedindo o impeachment do presidente Lula após o Tribunal de Contas da União (TCU) determinar o bloqueio de recursos bilionários do programa Pé-de-Meia, considerado uma das principais políticas do governo.
A decisão, tomada pelo plenário da corte na quarta-feira, 22 de janeiro, apontou que os valores destinados ao pagamento de benefícios para estudantes, provenientes do Fundo de Custeio da Poupança de Incentivo à Permanência e Conclusão Escolar (Fipem), não estavam devidamente previstos na Lei Orçamentária Anual.
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