A orientação dada aos motoristas é de que "cruzem os braços" permanecendo em casa ou em pontos de apoio, como postos de conveniência, evitando bloqueios de rodovias para não sofrer sanções judiciais e multas.
Greve dos caminhoneiros (Foto: Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil)
Lideranças e entidades que representam caminhoneiros em todo o país confirmaram, nesta terça-feira, 17 de março, a realização de uma paralisação nacional como forma de protesto contra a alta recente nos preços dos combustíveis.
A mobilização ganhou força em assembleias regionais e pode ter início a partir da próxima quinta-feira (19).
Segundo Wallace Landim, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), a decisão pela paralisação foi aprovada após reunião realizada no Porto de Santos, em São Paulo.
A orientação dada aos caminhoneiros é de que "cruzem os braços" permanecendo em casa ou em pontos de apoio, como postos de conveniência, evitando bloqueios de rodovias para não sofrer sanções judiciais e multas.
O principal motivo do movimento é o aumento acumulado no preço do óleo diesel, que já registra alta de quase 19% desde o fim de fevereiro.
De acordo com os motoristas autônomos, a oscilação no mercado internacional de petróleo, influenciada por conflitos externos, tem tornado o custo do frete inviável para grande parte da categoria.
Além da redução no preço do diesel, os representantes do setor apresentaram uma série de reivindicações consideradas fundamentais para a manutenção da atividade.
Entre elas estão a revisão da política de preços dos combustíveis, com críticas aos reajustes promovidos pela Petrobras, a garantia do piso mínimo do frete e o reforço na fiscalização das distribuidoras.
A categoria também cobra maior rigor das autoridades para coibir possíveis abusos nas margens de lucro praticadas na venda de combustíveis ao consumidor final.
O reajuste do salário mínimo em 2026 tem reflexos diretos nas despesas dos microempreendedores individuais (MEIs) de todo o Brasil.
A decisão de aumentar o valor do piso nacional para R$ 1.621,00 já traz à tona uma preocupação importante para quem trabalha por conta própria, especialmente no que diz respeito às contribuições mensais obrigatórias.
Essas contribuições, que estão ligadas ao salário mínimo, fazem parte do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI), o pagamento que garante a regularidade do CNPJ e a manutenção do acesso aos benefícios previdenciários.
Desde fevereiro de 2026, com o novo valor do piso nacional, o DAS foi ajustado, afetando diretamente o planejamento financeiro dos pequenos empreendedores.
Embora o aumento possa parecer pequeno, sua continuidade e a obrigatoriedade do pagamento mensal exigem que o MEI esteja atento a esse impacto.
O DAS deve ser pago até o dia 20 de cada mês, independentemente do faturamento do negócio, o que torna ainda mais relevante o planejamento para cobrir esse custo fixo.
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