Governo cobra devolução do Auxílio Emergencial de brasileiros que receberam indevidamente. Créditos: Divulgação/Agência Gov/Via MDS
Mais de 176 mil brasileiros receberam notificações oficiais do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social para devolver quantias recebidas do Auxílio Emergencial que não deveriam ter direito, conforme análise cruzada de dados fiscais e trabalhistas em 2025. As mensagens têm sido enviadas via SMS, e-mail e pelo aplicativo Notifica, causando surpresa e apreensão entre os beneficiários.
A cobrança recai sobre quem:
O cruzamento de informações da Receita Federal, carteira de trabalho e cadastros sociais identificou esses casos de forma técnica e rigorosa.
O cidadão pode verificar sua situação no sistema VEJAE, acessível por CPF e senha Gov.br no site oficial do Ministério do Desenvolvimento. Lá, é possível conferir o valor cobrado e optar por quitar à vista ou parcelar em até 60 vezes, com parcelas mínimas de R$ 50. Quem discordar tem 30 dias para contestar apresentando documentos comprobatórios.
O não pagamento ou a ausência de contestação levará à inscrição da dívida na Dívida Ativa da União, com riscos incluindo restrição de crédito, bloqueio de contas e até penhora judicial de bens. A medida visa recuperar cerca de R$ 287 milhões usados indevidamente, garantindo o uso correto dos recursos públicos.
O Auxílio Emergencial foi criado para apoiar famílias em vulnerabilidade durante a pandemia, mas auditorias detectaram fraudes e irregularidades que agora estão sendo corrigidas através desta cobrança. O Ministério reforça que os beneficiários que cumpriram os critérios originais não serão penalizados.
Especialistas em direito social alertam que essa cobrança é importante para repor os cofres públicos, mas deve respeitar o direito à ampla defesa do cidadão. Recomenda-se atenção às notificações e evitar fraudes virtuais que possam se aproveitar do tema.
Além das notificações digitais, o governo realizou campanhas informativas para orientar as pessoas a usarem apenas canais oficiais para consultas e pagamentos, reforçando a segurança dos dados e os direitos dos cidadãos.
O uso de algoritmos de análise e o cruzamento de bancos de dados garantem a precisão das notificações, minimizando erros e possibilitando contestação. A iniciativa busca transparência e justiça na administração dos recursos emergenciais.
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A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social prestou suporte para os moradores atingidos, via Subprefeitura de Pirituba, que cadastrou 18 famílias no programa de auxílio aluguel.
Segundo a agência, a queda será possível após repactuação de dívidas das geradoras hidrelétricas com a utilização de áreas públicas, encargo conhecido como Uso de Bem Público (UBP)
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