Nicolás Maduro e Lula. Foto: Divulgação
O Brasil ocupa a 68ª posição entre 69 países avaliados em eficiência governamental, superando apenas a Venezuela, segundo dados do Ranking de Competitividade Global 2025. O levantamento foi realizado pelo International Institute for Management Development (IMD), em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC).
No topo da lista aparecem Suíça (1º), Singapura (2º) e Hong Kong (3º) como os países com a melhor eficiência governamental.
Apesar do mau desempenho nesse critério, o Brasil subiu quatro posições no ranking geral de competitividade, passando da 62ª para a 58ª colocação.
O estudo considera ainda categorias como infraestrutura, eficiência empresarial e performance econômica.
No detalhamento da eficiência governamental, o Brasil foi o pior colocado no quesito custo de capital (69º), e ficou entre os piores em protecionismo (68º), finanças públicas, legislação trabalhista relacionada ao desemprego e adaptabilidade das políticas governamentais (67º em cada uma dessas subcategorias).
O governo da Venezuela, liderado por Nicolás Maduro, tem ignorado tentativas do Brasil de negociar o pagamento de uma dívida bilionária referente a obras e serviços realizados por empresas brasileiras no país vizinho.
De acordo com um documento da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, obtido pela Folha de S.Paulo, o débito já alcança US$ 1,74 bilhão (aproximadamente R$ 10 bilhões), incluindo valores pagos pela União aos bancos financiadores e juros por atraso.
As informações foram repassadas oficialmente ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que havia solicitado esclarecimentos sobre o caso.
No ofício, o governo brasileiro afirma que “a negociação se encontra suspensa em razão da ausência de respostas do governo venezuelano”.
A cobrança tem sido feita tanto por vias diplomáticas quanto por comunicações diretas ao Ministério da Economia da Venezuela, mas sem sucesso.
Diante da inadimplência, o Brasil notificou instituições internacionais, como o Clube de Paris — grupo que reúne os principais países credores, incluindo França, Alemanha e Estados Unidos.
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