O mais recente é o ex-presidente Jair Bolsonaro que, após cumprir prisão domiciliar desde agosto, teve prisão preventiva decretada pela PF na manhã deste sábado (22).
Ex-presidentes que já foram presos. (Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom, Joédson Alves, Antonio Cruz e Marcello Casal Jr (Agência Brasil))
O Brasil contabiliza, nos últimos sete anos, quatro ocupantes da Presidência da República que já foram presos.
O caso mais recente é o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que, após cumprir prisão domiciliar desde agosto, teve prisão preventiva decretada pela Polícia Federal na manhã deste sábado (22).
A ordem de prisão foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendendo a um pedido da própria PF.
A execução da pena de 27 anos e três meses, imposta a Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, ainda não foi iniciada.
Além de Bolsonaro, outros três presidentes já foram presos: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atualmente no cargo; Fernando Collor; e Michel Temer (MDB).
Presidente entre 2016 e 2018, Michel Temer foi preso preventivamente em março de 2019, durante o governo Bolsonaro. A detenção ocorreu no âmbito da Operação Descontaminação, que investigou corrupção, lavagem de dinheiro, fraude em licitações e cartel relacionados à usina nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro.
Temer foi libertado após decisão do desembargador Antonio Ivan Athié, do TRF-2, após passar quatro noites na sede da Polícia Federal.
Lula foi preso em abril de 2018, após condenação na Operação Lava Jato. Em 2017, o então juiz Sergio Moro o condenou pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá.
O petista se entregou no Sindicato dos Metalúrgicos, no ABC Paulista, e permaneceu preso por 580 dias na sede da Polícia Federal em Curitiba. Ele deixou a prisão em novembro de 2019, após decisão do STF.
A prisão do ex-presidente Fernando Collor ocorreu em 24 de abril de 2024, em Maceió (AL), enquanto ele seguia viagem para Brasília para cumprir espontaneamente uma ordem judicial de Alexandre de Moraes.
Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por participação em um esquema de corrupção na BR Distribuidora.
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