Caiado citou os problemas de saúde de Bolsonaro que, segundo ele, tornam "pouco razoável" acreditar que o ex-presidente teria condições de levar a cabo um plano de fuga.
Bolsonaro e Ronaldo Caiado. Foto: Isac Nóbrega/PR
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), publicou, hoje à tarde, 22, um vídeo em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. (Veja vídeo abaixo)
O pré-candidato à presidência classificou a prisão como "mais um triste capítulo da política nacional" e afirmou que "a resposta virá do povo e das ruas nas eleições do ano que vem".
"O processo ao qual Bolsonaro está sendo submetido nos últimos meses é uma clara tentativa de envergar sua dignidade até o limite que um homem pode suportar", disse o governador em vídeo publicado na rede social X.
Veja vídeo:
Assim como outros governadores, Caiado citou os problemas de saúde de Bolsonaro que, segundo ele, tornam "pouco razoável" acreditar que o ex-presidente teria condições de levar a cabo um plano de fuga.
"A suposição de uma fuga a partir de uma vigília é tão improvável quanto a suposição da derrubada do Estado democrata de direito promovida por um bando de baderneiros."
O político disse ainda acreditar e torcer por uma revisão rápida da decisão de prisão pelo colegiado do Supremo Tribunal Federal.
"Minha total solidariedade ao ex-presidente Bolsonaro e sua família", reforçou.
O pronunciamento do político goiano vem em linha com as falas de outros governadores aliados a Bolsonaro.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por exemplo, disse que o ex-presidente é inocente e o tempo mostrará.
Já Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, afirmou estar com Bolsonaro em mais esse desafio. O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), por sua vez, disse que a prisão demonstra insensibilidade do Poder Judiciário.
Estadão Conteúdo
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O parecer atende pedido do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que deu prazo de cinco dias para o procurador opinar sobre a questão.
Para o pontífice, a punição é incabível 'porque atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa'.
Em um eventual segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula, o senador aparece com 47% das intenções de voto. Nesse cenário, o presidente Lula registra 40,5%.
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