Fotos de Bolsonaro no hospital. Foto: Reprodução / Redes sociais
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) segue na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e apresenta "boa evolução clínica", informa um boletim médico divulgado pelo Hospital DF Star na manhã desta quarta-feira, 16 de abril. Segundo o documento, Bolsonaro não apresenta dores, sangramentos ou outras intercorrências.
O novo boletim médico vai ao encontro do informe anterior, divulgado na terça-feira, 15, que reportava que o ex-presidente apresentava "estabilidade clínica" e não se queixava de dores.
Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia no abdome no domingo, 13. Dois dias antes, o ex-presidente cumpria agendas em Santa Cruz, no interior do Rio Grande do Norte, quando passou mal e teve que ser internado. Desde então, Bolsonaro passou por duas transferências: do interior à capital do Rio Grande do Norte e de Natal à capital federal.
A equipe médica que realizou o procedimento no ex-presidente espera que o pós-operatório seja "prolongado".
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou as redes sociais na segunda-feira, 14, para agradecer e tranquilizar os seus apoiadores após ser submetido a uma cirurgia no intestino no domingo, dia 13. Em uma publicação no X (antigo Twitter), Bolsonaro afirmou que seu estado de saúde "é estável, mas a recuperação exige cuidados intensivos e será gradual".
"Essa foi a sexta cirurgia relacionada ao atentado que sofri em 2018, e já é a nona vez que preciso ser internado por complicações decorrentes daquele episódio. No momento, ainda não há previsão para minha alta. Meus mais sinceros agradecimentos para todos neste momento. Um forte abraço em cada um e repito: voltaremos!", escreveu.
O ex-presidente sentia fortes dores na região do abdome desde sexta-feira, 11, quando interrompeu um evento do Partido Liberal no Rio Grande do Norte e precisou ser levado de helicóptero para a capital, Natal. Na noite de sábado, 12, foi transferido para Brasília em um avião com UTI aérea.
A obstrução que fez Bolsonaro passar mal no Rio Grande do Norte se deu por uma "dobra do intestino delgado que dificultava o trânsito intestinal e que foi desfeita durante o procedimento de liberação das aderências". Após a cirurgia, Bolsonaro foi encaminhado para a UTI, aonde permanecia sem dores, recebendo suporte clínico, nutricional e de prevenção de infecções, segundo os médicos.
'Pós-operatório muito prolongado'
De acordo com a equipe médica do Hospital DF Star, em Brasília, a recuperação do ex-presidente será longa, e não há previsão de alta. Durante coletiva de imprensa na manha desta segunda-feira, os profissionais de saúde descreveram o procedimento como "complexo, trabalhoso" apesar de esperado, e o resultado, como "excelente" e "bastante satisfatório".
"Vai ser um pós-operatório muito prolongado. Não há previsão de alta nesta semana", afirmou o cardiologista Leandro Echenique. Em seguida, o especialista em cirurgia geral Cláudio Birolini reforçou a sensibilidade dos próximos dias: "Não temos grande expectativas de uma evolução rápida", disse.
Estadão Conteúdo
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