O órgão já havia feito uma interdição cautelar do mesmo lote do produto em 20 de maio, antes de determinar a suspensão nesta segunda.
30 de junho de 2026 às 09:58 - Atualizado às 10:01
Repele, de propriedade da empresa Mavaro. Foto: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta segunda-feira, 29, um lote do repelente contra insetos da marca Repele, de propriedade da empresa Mavaro. O lote afetado é o 61/411.
Ao Estadão, a Mavaro afirmou que a ocorrência está limitada a esse único lote, que teria sofrido um desvio pontual no processo de fabricação. A empresa diz que já havia identificado o problema e, desde então, adotado medidas corretivas e preventivas. Veja a íntegra da nota da Mavaro ao fim deste texto.
A medida da Anvisa proíbe a venda, a distribuição e o uso do repelente. Também é recomendado a quem comprou o produto que não o utilize. Segundo a agência reguladora, a Mavaro informou que fará o recolhimento de todos os itens que integram o lote comprometido.
A Anvisa determinou a suspensão devido a um laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz (Lacen-SP), que reprovou o repelente no teste de IR3535, procedimento que avalia a eficácia do princípio ativo sintético responsável por criar uma barreira de odor na pele e interferir no sistema olfativo dos insetos.
A Anvisa já havia feito uma interdição cautelar do mesmo lote do produto em 20 de maio, antes de determinar a suspensão nesta segunda.
A MAVARO informa que a medida publicada pela Anvisa refere-se exclusivamente ao lote 61/411 do repelente Repele Spray Mavaro.
A empresa identificou um desvio pontual no processo de fabricação desse lote e, desde então, adotou medidas corretivas e preventivas, incluindo o rastreamento dos clientes e canais que receberam o produto, o recolhimento das unidades impactadas e a substituição das unidades recolhidas.
A MAVARO esclarece que a ocorrência está restrita ao lote citado e que segue colaborando com os órgãos competentes, prestando todos os esclarecimentos necessários e acompanhando o processo com responsabilidade, transparência e respeito às normas sanitárias vigentes.
A empresa reforça seu compromisso com a qualidade, a segurança dos produtos e a confiança de clientes, distribuidores e consumidores.
Estadão Conteúdo
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O material foi encaminhado para análise de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Companhias terão 20 dias para apresentar explicações. Investigações envolvem indícios de preços elevados sem justa causa em sete estados.
Segundo a agência, os produtos falsificados não podem ser armazenados, comercializados, importados, exportados nem utilizados.
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