As determinações passam a valer em todo o território nacional e integram as ações de fiscalização realizadas pela agência para monitorar produtos disponíveis aos consumidores brasileiros.
Anvisa suspende milho para pipoca e suplemento alimentar. Foto: Reprodução.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas medidas sanitárias que atingem produtos alimentícios comercializados no país. As determinações incluem o recolhimento de um lote de milho para pipoca da marca Provatti e a proibição da comercialização de suplementos alimentares da marca Nutricost.
As medidas constam em resoluções publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 12 de junho. A agência determinou o recolhimento do milho para pipoca da marca Provatti e suspendeu a comercialização, a distribuição, a divulgação e o consumo do produto.
Segundo a Anvisa, a decisão ocorreu após a identificação de informações consideradas incompatíveis na rotulagem. O produto apresentava a informação “não contém glúten”, ao mesmo tempo em que trazia advertência sobre a possível presença de trigo por contaminação cruzada ou pela utilização intencional do ingrediente.
De acordo com a agência, a indicação de ausência de glúten não pode ser utilizada em produtos que apresentem informações relacionadas à presença de trigo.
O milho para pipoca alvo da medida é fabricado pela Kaza Distribuidora, R & A Indústria, Comércio e Distribuidora de Alimentos. A determinação da Anvisa foi formalizada por meio da Resolução nº 2.324.
Com a publicação da medida, o produto não poderá permanecer em circulação até a regularização da situação apontada pela agência reguladora.
Além da medida envolvendo o milho para pipoca, a Anvisa determinou a apreensão de suplementos alimentares comercializados sob a marca Nutricost. A agência proibiu a fabricação, a importação, a distribuição, a venda, a propaganda e o uso dos produtos.
Segundo a resolução publicada, a decisão ocorreu devido à divulgação e comercialização de suplementos da marca com origem considerada desconhecida ou ignorada. A Anvisa informou que os suplementos alimentares eram anunciados e comercializados em lojas virtuais.
A medida foi oficializada por meio da Resolução nº 2.325, publicada no Diário Oficial da União. As determinações passam a valer em todo o território nacional e integram as ações de fiscalização realizadas pela agência para monitorar produtos disponíveis aos consumidores brasileiros.
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