Fiscalização da ANP Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), começou a fiscalizar suspeitas de preços abusivos nos leilões de gás de cozinha, o GLP, da Petrobras. Equipes da ANP estiveram, na última quinta-feira, 2 de abril, nas refinarias Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e Gabriel Passos, em Minas Gerais em fiscalizações.
A agência investiga preços com ágios elevados nos leilões de volumes de GLP realizados em 31 de março de 2026, pela Petrobras. A ANP apura infrações relacionadas à elevação abusiva de preços e à recusa injustificada de fornecimento de combustíveis, biocombustíveis e derivados de petróleo.
Caso sejam constatadas irregularidades, as empresas podem ser multadas. Segundo o Ministério de Minas e Energia, o ágio na comercialização do produto nos leilões supera 100% em relação aos preços normalmente praticados em contratos de fornecimento.
O presidente Lula, inclusive, afirmou que vai anular o leilão de gás de cozinha da Petrobras, o que chamou de “bandidagem”.
Foi feito um leilão, eu diria para você, foi um cretinismo, cretinice, bandidagem que fizeram com o óleo. As pessoas sabiam da orientação do governo, da orientação da Petrobras: 'não vamos aumentar o GLP, não vamos aumentar'. Pois fizeram um leilão contra a vontade da diretoria da Petrobras. Vamos rever esse leilão, vamos anular esse leilão porque o povo pobre não pagará, em hipótese alguma, o preço dessa guerra. O Trump que pague, o Netanyahu de Israel que pague, mas o povo brasileiro não vai pagar". destacou o presidente
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, já pediu à Secretaria Nacional do Consumidor que avalie práticas abusivas no comércio do GLP. Segundo Silveira, o governo está atento ao cenário internacional e às possíveis repercussões no mercado brasileiro.
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O embate entre o deputado e o irmão do senador começou após críticas do influenciador Junior Japa a Nikolas, incluindo insinuações sobre troca de apoio por emendas.
O total de processos em tramitação no órgão chega a 2,7 milhões.
Ao todo, mais de 10 milhões de brasileiros possuem cerca de R$ 26,3 bilhões esquecidos no fundo. Os recursos foram corrigidos pela inflação e podem ser retirados por trabalhadores.
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