Segundo a agência, o anúncio ocorre devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.
Pessoa mexendo na lâmpada. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou nesta sexta-feira, 29 de maio, que a bandeira tarifária no mês de junho permanecerá amarela.
Em consequência, os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
O anúncio ocorre devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.
De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária permaneceu verde, refletindo as condições favoráveis de geração.Em maio, foi acionada a bandeira amarela e essa situação permanece para o mês de junho.
Adotado pela ANEEL em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias é uma ferramenta essencial de transparência, permitindo que os consumidores acompanhem, mês a mês, as condições de geração de energia no País.
Com o acionamento da bandeira amarela, a ANEEL reforça que os consumidores devem cultivar bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.
Agência Nacional de Energia Elétrica
Consumidores de 22 distribuidoras de energia do país terão a conta de luz barateada após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovar no dia 19 de maio, as regras para devolver até R$ 5,5 bilhões aos consumidores por meio de descontos nas contas de luz de clientes das regiões Norte e Nordeste, além do Mato Grosso e de partes de Minas Gerais e do Espírito Santo.
Segundo a agência, o objetivo é aliviar o valor das tarifas em regiões que possuem custos mais altos de geração e distribuição de energia, especialmente em áreas isoladas que dependem de usinas movidas a diesel.
O desconto médio estimado nas tarifas pode chegar a 4,51%, mas o percentual final ainda dependerá do valor total arrecadado e dos reajustes tarifários de cada distribuidora ao longo de 2026.
Os recursos virão de um encargo chamado Uso de Bem Público (UBP), valor pago pelas usinas hidrelétricas à União pelo uso dos rios para geração de energia elétrica.
Na prática, embora o pagamento seja feito pelas geradoras, esse custo acaba sendo incluído nas tarifas cobradas pelas distribuidoras e repassado aos consumidores.
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De acordo com a acusação, o autor do crime ainda estava no país com o visto vencido.
A vítima relatou no processo que descobriu a exposição por meio de colegas de trabalho.
O valor bloqueado corresponde à quantia atualizada, com correção monetária, e inclui multa e honorários advocatícios.
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