Nesse nível, os consumidores de energia elétrica continuarão com um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
Com isso, será mantido o acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos nas contas de luz, no próximo mês, para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
O objetivo é reduzir o impacto financeiro enfrentado por famílias que convivem com custos elevados relacionados a tratamentos médicos, terapias e outras necessidades específicas.
Segundo a agência, o anúncio ocorre devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.
Os recursos virão de um encargo chamado Uso de Bem Público (UBP), valor pago pelas usinas hidrelétricas à União pelo uso dos rios para geração de energia elétrica.
A empresa atende cerca de 4,23 milhões de unidades. Os novos índices entrarão em vigor a partir desta quarta-feira (29).
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