Anão suspeito de orquestrar o maior assalto da história de MT ostentava nas redes sociais Foto: Reprodução
Preso na última quinta-feira, 9 de abril, durante uma operação da Polícia Civil de Mato Grosso, Pablo Henrique de Sousa Franco, conhecido como "Pouca Sombra", é investigado por suposta participação em uma organização criminosa alvo de uma série de ações policiais recentes no estado.
Segundo as investigações, ele teria atuado na área de logística do grupo, responsável por estruturar diferentes frentes de atuação e dar suporte às ações coordenadas.
Nas redes sociais, ele compartilhava registros de lazer, incluindo passeios de lancha e quadriciclo, o que chamou atenção durante a apuração dos investigadores.
A prisão ocorreu na terceira fase da Operação Pentágono, que também cumpriu dezenas de mandados judiciais, incluindo prisões, buscas e apreensões, além do bloqueio de contas bancárias autorizadas pela Justiça.
As investigações apontam que o grupo teria estrutura organizada e atuação em diferentes núcleos, com divisão de funções e liderança definida.
As ações policiais têm como objetivo enfraquecer a estrutura financeira e operacional do grupo, além de reunir novas provas para o andamento do processo.
Os investigados seguem à disposição da Justiça e as apurações continuam em andamento, com análise de materiais apreendidos e aprofundamento das diligências realizadas pelas equipes responsáveis pelo caso, pela Polícia Civil de Mato Grosso, sob supervisão judicial em curso.
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na quinta-feira, 9 de abril, Pablo Henrique de Sousa Franco, conhecido pelo apelido “Pouca Sombra”, durante a terceira fase da Operação Pentágono, que investiga o maior e mais violento roubo já registrado no estado.
Apontado como suspeito de integrar a quadrilha responsável pelo ataque a uma empresa transportadora de valores ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa, Pablo foi um dos alvos das 97 ordens judiciais cumpridas nesta etapa da operação.
O crime, executado na modalidade conhecida como “domínio de cidades”, envolveu uma ação coordenada de criminosos fortemente armados que teriam atuado para controlar parte da cidade durante o assalto, considerado pelas autoridades como um dos mais violentos já registrados em Mato Grosso.
Além da prisão de “Pouca Sombra”, a operação também cumpre mandados de prisão, busca e apreensão e determina o bloqueio de contas bancárias de investigados apontados como integrantes da organização criminosa.
De acordo com a Polícia Civil de Mato Grosso, a ofensiva faz parte de um conjunto de ações voltadas à desarticulação do grupo, que teria atuação interestadual, estrutura complexa e divisão de tarefas entre seus membros.
A operação é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e foi deflagrada no mesmo dia em que o crime completa três anos, marcando mais uma etapa das investigações sobre o caso.
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