Alexandre de Moraes e Carla Zambelli Foto Montagem/Portal de Prefeitura
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), que afirmou ter deixado o País após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), teve seu passaporte apreendido por ordem da Corte em agosto de 2023.
Dias depois da apreensão, o ministro Alexandre de Moraes revogou a apreensão e devolveu o documento a Zambelli.
Em 2 de agosto de 2023, Zambelli foi alvo da Polícia Federal (PF) em uma investigação pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Um dia antes das diligências da PF, Moraes havia autorizado a apreensão de dispositivos eletrônicos e do passaporte da deputada.
As medidas cautelares foram contestadas pela defesa de Zambelli e, dias depois da retenção do passaporte, o documento foi devolvido por decisão de Moraes.
Nesta terça-feira, 3 de junho, Zambelli afirmou ter deixado o Brasil. O anúncio foi feito dias depois da parlamentar ser condenada por unanimidade pela invasão ao sistema do Poder Judiciário.
Além da condenação pela invasão ao sistema do CNJ, Zambelli é ré por empunhar uma arma contra um homem na véspera do segundo turno da eleição presidencial de 2022.
O julgamento por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal está pausado por um pedido de vista do ministro Nunes Marques, mas já há maioria entre os ministros do Supremo para condená-la.
Ao anunciar que deixou o País, a deputada federal afirmou que terá a Europa como destino e que, a exemplo de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, pretende pressionar autoridades estrangeiras para a imposição de sanções ao Brasil.
Antes de deixar o país, a deputada Carla Zambelli (PL-SP) chegou a pedir doações via Pix através das redes sociais. A arrecadação alcançou R$ 285 mil, que segundo ela, o valor seria para pagar as multas judiciais pelos quais foi condenada.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo.
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