Vereadora de Afonso Cunha Júlia Pereira, e o vice-prefeito do município, Floriano Pereira da Costa. Fotos: Divulgação/Redes sociais
A presidente da Câmara Municipal de Afonso Cunha, vereadora Júlia Rodrigues (PL), acusou o vice-prefeito Floriano Pereira da Costa (PDT) de agressão física e tentativa de estupro. A denúncia foi feita na terça-feira, 12 de agosto, por meio de um vídeo publicado nas redes sociais (veja abaixo).
Segundo a parlamentar, o episódio ocorreu na manhã do mesmo dia, dentro do gabinete da Presidência da Câmara, durante uma reunião institucional. Júlia afirmou ter sido agarrada à força pelo vice-prefeito, que teria desferido um soco em seu rosto, rasgado sua roupa, puxado seu cabelo, a jogado no sofá e ainda tocado em suas partes íntimas.
Ela também relatou que já havia sido alvo de “brincadeiras” inadequadas por parte de Floriano e garantiu que o caso será levado à Justiça.
Em nota, Floriano Pereira negou as acusações, classificando-as como caluniosas e motivadas por interesses políticos. O vice-prefeito disse ter se apresentado à autoridade policial para prestar esclarecimentos e afirmou ter registrado um boletim de ocorrência contra a vereadora por calúnia e difamação.
O homem acusado de ameaçar de estupro e morte as deputadas estaduais de Minas Gerais Lohanna França (PV), Bella Gonçalves (PSOL) e Beatriz Cerqueira (PT) foi condenado em primeira instância a 12 anos e nove meses de prisão pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
Além das ameaças às parlamentares, o réu também foi denunciado por coagir adolescentes a se automutilarem e a enviarem fotos nuas.
A ação faz parte da Operação Di@na, do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que monitorou diversos fóruns e grupos na internet, de onde se originaram as ameaças. Os "Chans", como são chamados, são espaços online anônimos em que somente homens são permitidos.
Segundo a investigação, nesses ambientes virtuais foram identificados casos de exposição indevida de dados sigilosos de autoridades, veiculação de símbolos nazistas e incitação à violência, à pedofilia e à necrofilia. Também foram encontradas postagens com imagens de estupros, assassinatos, mutilações e conteúdo de abuso e exploração sexual infantil.
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Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
O presidente destacou que o aluno que quiser se preparar militarmente deve estudar a mesma coisa que todos os brasileiros estudam.
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