Assessoria do ex-juiz da Lava Jato afirmou que trecho da fala foi tirado de contexto. O senador e sua esposa, Rosangela Moro, estavam em festa junina.
15 de abril de 2023 às 11:14
Um vídeo do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) viralizou na manhã da sexta-feira, 14 de abril. Nas imagens, o ex-juiz da Lava Jato fala rindo em “comprar um habeas corpus do Gilmar Mendes”, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não, isso é fiança. Instituto para comprar um habeas corpus do Gilmar Mendes”, diz no vídeo.Veja:
https://www.instagram.com/p/CrDx82aNU4d/ Em nota ao site Metrópoles, a assessoria do senador afirmou que a fala foi tirada de contexto e que “não contém nenhuma acusação contra ninguém”. Leia mais: >>> Gilmar Mendes afirma que Moro e Dallagnol montaram uma “máquina de fazer dinheiro” com a Operação Lava Jato Críticas a Gilmar Mendes O ex-juiz Sergio Moro disse em janeiro de 2022, que evita reagir aos ataques do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para não transformar suas críticas à Corte em um conflito pessoal. No entanto, Moro criticou a posição do magistrado e disse que o ministro “erra muito”. Segundo publicou a revista Veja em dezembro de 2021, Gilmar tem ficado bastante insatisfeito com os comentários de Moro sobre algumas decisões do STF. Em retaliação às críticas que o ex-juiz fez ao fim da prisão em segunda instância e à anulação das condenações de Lula, por exemplo, Gilmar teria dito a interlocutores que irá “bater em Moro em momento oportuno”.
“Não tenho nenhum problema pessoal com o ministro Gilmar Mendes. Acho que ele erra muito ao se despir do papel de magistrado e fazer essas críticas. Ele deveria ser um ator em favor do combate à corrupção, como já foi durante o mensalão, como foi antes de 2016. Sinceramente, o que eu espero é que ele volte a ter um papel dessa espécie. E ele erra quando, junto com parte do Supremo, profere essas decisões que afetam o combate à corrupção”, disse Moro em entrevista ao colunista Felipe Moura Brasil, do Uol.
O ex-ministro da Justiça também criticou o presidente Jair Bolsonaro e disse que evita atritos com o STF por não querer ser associado à postura de seu ex-aliado em relação à Corte. Bolsonaro e o Supremo protagonizaram no ano passado uma crise entre os Três Poderes da República que atingiu seu auge durante os atos do dia 7 de setembro, mas foi minimizada nos dias posteriores. Da redação do Portal com informações do Metrópoles
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