Lula e Coronel Alberto Feitosa. Foto: Divulgação
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) utilizou as redes sociais para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reforçar o apoio ao movimento liderado por Jair Bolsonaro (PL) em defesa da anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
Em um vídeo publicado neste domingo, 16 de março, Feitosa acusou Lula de hipocrisia por condenar o pedido de anistia aos manifestantes enquanto, no passado, defendeu a medida para perseguidos políticos durante a ditadura militar.
Feitosa relembrou a atuação de Lula na campanha pela anistia em 1979 e afirmou que o presidente recebe uma indenização mensal de mais de R$ 10 mil como reconhecimento por ter sido anistiado.
Para o deputado, essa contradição demonstra que o petista age com dois pesos e duas medidas ao se posicionar contra o perdão aos envolvidos na invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.
"[Lula é] o maior hipócrita da política brasileira", disse.
Além das acusações contra Lula, Feitosa direcionou suas críticas à ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a quem chamou de "guerrilheira". O deputado também resgatou o passado da petista como integrante de organizações que atuaram contra o regime militar.
As declarações de Feitosa acontecem no dia do ato convocado por Bolsonaro na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. O evento, marcado para este domingo (16), tem como objetivo pressionar as instituições pela anistia dos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Até o momento, 480 pessoas já receberam sentenças por participação nos atos do 8 de janeiro.
Bolsonaro participa neste domingo (16), na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, de um ato ao lado de aliados políticos e apoiadores. O evento ocorre durante a manhã e a tarde e tem como um dos principais objetivos a defesa da anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
A manifestação acontece em um momento de tensão política, com a expectativa sobre a análise da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outros integrantes do chamado "Núcleo 1", grupo acusado de tentativa de golpe de Estado.
A mobilização conta com a presença de governadores, senadores e deputados que compõem a base de apoio do ex-presidente. Bolsonaro e seus aliados discursam em um trio elétrico montado na orla carioca, reafirmando críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e cobrando mudanças no tratamento dado aos manifestantes presos.
Na última semana, o STF condenou mais 63 pessoas, elevando para 480 o número de sentenciados por envolvimento na invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.
Entre os governadores confirmados no ato estão Cláudio Castro (PL-RJ), anfitrião do evento, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Jorginho Melo (PL-SC) e Mauro Mendes (União-MT).
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Procurado, o parlamentar negou qualquer impedimento legal ou incompatibilidade na destinação dos recursos.
'Mesmo sem oficializar a pré-candidatura, já aparece muito forte nas pesquisas, resultado do trabalho nos hospitais em todas as regiões do estado', disse o deputado estadual.
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