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Vídeo: Deputado Feitosa relembra que Lula já fez campanha para anistia

O parlamentar também afirmou que presidente recebe uma indenização mensal de mais de R$ 10 mil como reconhecimento por ter sido 'anistiado'.

Everthon Santos

16 de março de 2025 às 11:55   - Atualizado às 11:55

Lula e Coronel Alberto Feitosa.

Lula e Coronel Alberto Feitosa. Foto: Divulgação

O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) utilizou as redes sociais para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reforçar o apoio ao movimento liderado por Jair Bolsonaro (PL) em defesa da anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Em um vídeo publicado neste domingo, 16 de março, Feitosa acusou Lula de hipocrisia por condenar o pedido de anistia aos manifestantes enquanto, no passado, defendeu a medida para perseguidos políticos durante a ditadura militar.

Feitosa relembrou a atuação de Lula na campanha pela anistia em 1979 e afirmou que o presidente recebe uma indenização mensal de mais de R$ 10 mil como reconhecimento por ter sido anistiado.

Para o deputado, essa contradição demonstra que o petista age com dois pesos e duas medidas ao se posicionar contra o perdão aos envolvidos na invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

"[Lula é] o maior hipócrita da política brasileira", disse.

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Além das acusações contra Lula, Feitosa direcionou suas críticas à ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a quem chamou de "guerrilheira". O deputado também resgatou o passado da petista como integrante de organizações que atuaram contra o regime militar.

Veja o vídeo do deputado Feitosa

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

As declarações de Feitosa acontecem no dia do ato convocado por Bolsonaro na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro. O evento, marcado para este domingo (16), tem como objetivo pressionar as instituições pela anistia dos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Até o momento, 480 pessoas já receberam sentenças por participação nos atos do 8 de janeiro.

Evento de Bolsonaro no Rio de Janeiro

Bolsonaro participa neste domingo (16), na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, de um ato ao lado de aliados políticos e apoiadores. O evento ocorre durante a manhã e a tarde e tem como um dos principais objetivos a defesa da anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

A manifestação acontece em um momento de tensão política, com a expectativa sobre a análise da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outros integrantes do chamado "Núcleo 1", grupo acusado de tentativa de golpe de Estado.

A mobilização conta com a presença de governadores, senadores e deputados que compõem a base de apoio do ex-presidente. Bolsonaro e seus aliados discursam em um trio elétrico montado na orla carioca, reafirmando críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e cobrando mudanças no tratamento dado aos manifestantes presos.

Na última semana, o STF condenou mais 63 pessoas, elevando para 480 o número de sentenciados por envolvimento na invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Entre os governadores confirmados no ato estão Cláudio Castro (PL-RJ), anfitrião do evento, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Jorginho Melo (PL-SC) e Mauro Mendes (União-MT).

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