Valdemar Costa Neto em evento com Bolsonaro. Foto: Reprodução/Youtube
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou neste domingo, 16, no ato em prol dos condenados pelos ataques de 8 de Janeiro, que "tem fé" que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será candidato à Presidência em 2026.
Inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e denunciado por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro mantém o discurso de que participará do próximo pleito para manter a militância coesa
"Tenho fé que Bolsonaro será candidato a presidente da República. Com esse governo, o combustível ficou caro. Então, volta, Bolsonaro. A carne ficou cara, então volta Bolsonaro. A energia ficou cara, então volta Bolsonaro", afirmou Valdemar.
É a primeira vez que Valdemar participa de um evento público ao lado de Bolsonaro desde que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou as restrições de encontro entre os dois.
Os ataques aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, e as consequentes denúncias aos envolvidos nos atos antidemocráticos fazem parte do pano de fundo da manifestação. A expectativa do entorno do ex-presidente é que o ex-chefe do Executivo possa ser beneficiado com um possível perdão aos condenados.
O Estadão apurou junto a aliados bolsonaristas que o ato também tem o propósito de reforçar Bolsonaro como uma liderança influente na direita, com foco nas eleições presidenciais de 2026.
A estratégia envolve manter sua base mobilizada até o ano eleitoral e condicionar seu apoio político a um candidato alinhado, em troca da possibilidade de uma concessão do instituto da graça - mecanismo que permite ao presidente da República conceder o perdão individual a um condenado por meio de um decreto, extinguindo a pena imposta pela Justiça, o que poderia beneficiar Bolsonaro em um eventual desfecho desfavorável no STF.
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As obras serão realizadas em parceria com a União, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que financia as unidades habitacionais.
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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