Posse de Donald Trump. Foto: Divulgação
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta terça-feira, 4 de março, que o Congresso aprove a pena de morte obrigatória para condenados pelo assassinato de policiais. Durante seu discurso na sessão conjunta da Câmara e do Senado, ele afirmou que já assinou um decreto relacionado ao tema.
Trump ressaltou a necessidade de punir com rigor aqueles que tiram a vida de agentes da lei. Segundo ele, o decreto intitulado "Restaurar a pena de morte e proteger a segurança pública" instrui o Departamento de Justiça (DOJ) a buscar a pena capital nesses casos sempre que possível e dentro dos limites legais. No entanto, o documento não torna essa punição obrigatória, pois sua aplicação depende das leis estaduais e federais.
"Eu já assinei um decreto pedindo a pena de morte obrigatória para qualquer um que assassinar um policial, e esta noite eu estou pedindo ao Congresso que torne essa política uma lei permanente", declarou Trump.
O presidente direcionou parte de seu discurso a Stephanie Diller, viúva do policial Jonathan Diller, morto em Long Island em 2024. Ela esteve presente no Congresso e ouviu Trump reforçar o compromisso com a segurança pública e a punição rigorosa para crimes contra agentes de segurança.
Trump afirmou que o governo precisa agir com rapidez para retirar criminosos violentos das ruas. Ele destacou que o filho de Jonathan Diller, Ryan, crescerá sabendo que seu pai foi um herói. O republicano classificou os assassinos de policiais como "infratores reincidentes" e defendeu medidas mais duras para evitar que voltem a cometer crimes.
O pedido de Trump ocorre em meio a um debate acalorado sobre segurança pública e penas mais severas nos Estados Unidos. A proposta pode enfrentar resistência no Congresso, especialmente entre parlamentares que questionam a eficácia da pena de morte como ferramenta para reduzir a criminalidade. Mesmo assim, o presidente insiste que a medida fortaleceria a proteção aos agentes da lei e desestimularia ataques contra a polícia.
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"Coloco meu nome à disposição com a responsabilidade de quem conhece de perto as necessidades do povo", disse o ex-prefeito de Goiana.
Durante a solenidade, foi destacada a relevância da atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura, especialmente sob a condução do ministro André de Paula.
A unidade integra uma estratégia mais ampla de gestão de resíduos no município, que mantém serviços permanentes de limpeza urbana, coleta domiciliar e programas de educação ambiental.
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