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Torcida provoca polêmica ao encenar ritual satânico e invocar por Lúcifer: "leva nossas almas"

As faixas carregavam invocações ao diabo como: "Atrai-nos à luz, reina sobre o mundo, ergue-te do abismo. Ouve-nos, Lúcifer, e ergue-te do abismo, leva nossas almas".

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07 de abril de 2025 às 16:04   - Atualizado às 16:48

Torcedores do Kaiserslautern exibem a imagem do diabo sobre um pentagrama.

Torcedores do Kaiserslautern exibem a imagem do diabo sobre um pentagrama. (Foto: Reprodução/X/Bundesliga Insider).

A torcida do Kaiserslautern, time alemão, causou controvérsia ao encenar um ritual satânico durante o jogo contra o Fortuna Düsseldorf, no dia 29 de março, pelo Campeonato Alemão. Conhecidos como “Os Diabos Vermelhos”, os torcedores exibiram um painel com a imagem de Lúcifer, com chifres e asas, sobre um pentagrama invertido, símbolo utilizado em rituais satanistas. Abaixo do mosaico, as faixas carregavam invocações ao diabo, com mensagens como: “Atrai-nos à luz, reina sobre o mundo, ergue-te do abismo. Ouve-nos, Lúcifer, e ergue-te do abismo, leva nossas almas”.

O momento gerou grande repercussão nas redes sociais, com diversos internautas criticando a atitude. “A mesma sociedade alemã que rejeitou o cristianismo por, supostamente, motivos totalmente científicos”, comentou um usuário. Outro internauta escreveu: “Nojento e vil”. Além disso, um usuário lembrou de um episódio semelhante em um time no Brasil, dizendo: “Um time aqui no Brasil fez isso e vimos no que deu”.

Essa não foi a primeira vez que a torcida do Kaiserslautern usou símbolos ligados ao satanismo. Na final da Copa da Alemanha em 2024, os torcedores apresentaram um mosaico com a imagem de um demônio segurando a taça da competição.

O uso de elementos ocultistas no futebol não é um fenômeno isolado. O Manchester United, por exemplo, é conhecido pelo apelido “Diabos Vermelhos”. No Brasil, o Athletico Paranaense também se envolveu em uma polêmica em 2024, ao lançar uma campanha de marketing que fazia referência ao ocultismo e rituais satânicos. A campanha gerou críticas, incluindo do pastor Teo Hayashi, que alertou sobre a normalização do ocultismo. “As pessoas estão olhando para elementos da fé como se eles fossem faz de conta. O maior truque do diabo foi convencer o mundo de que ele não existe. Você banalizar a existência e efeito de demônios não faz com que eles não existam. Não muda o fato de que eles estão sempre procurando uma brecha, uma maneira para te matar, roubar e destruir”, afirmou o pastor. “A fé cristã não só crê como está pautada na realidade espiritual. Nós não podemos ser levianos quanto ao mundo espiritual”, concluiu.

Esse episódio levanta questões sobre o impacto de tais símbolos no futebol e as possíveis consequências de normalizar o ocultismo em manifestações populares.

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— Bundesliga Insider (@BundesInsider) April 2, 2025

 

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