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Tarcísio reafirma candidatura à reeleição mesmo após Bolsonaro virar réu

O governador de São Paulo está confiante de que o ex-presidente da República é inocente.

Eduarda Queiroz

27 de março de 2025 às 16:33   - Atualizado às 16:34

Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas.

Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas. Foto: José Cruz/ Agência Brasil

O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse na quinta-feira, 27 de março, que o fato de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter tornado o ex-presidente Jair Bolsonaro réu por tentativa de golpe de Estado, não muda em nada seus planos para a eleição geral de 2026.

"Não tem isso. Eu sou candidato à reeleição no Estado de São Paulo, estou focado no Estado e no projeto de São Paulo", afirmou.

A declaração foi realizada após o evento de inauguração da unidade Piracicaba II, fábrica de embalagens da Klabin na cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo.

Também na quinta-feira, o governador do Estado disse ter confiança de que o ex-presidente da República vai "provar sua inocência".

STF torna Bolsonaro réu
 

Por unanimidade, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tornaram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) réu pela tentativa de golpe de Estado. Votaram a favor do recebimento da denúncia os ministros Alexandre de Moraes, que é o relator do caso, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

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Além de Bolsonaro, outras sete pessoas também se tornaram réus. Confira:

  • Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor-geral da Abin;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha do Brasil;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;
  • Augusto Heleno, general e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);
  • Mauro Cid, tenente-coronel do Exército e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa;
  • e Walter Braga Netto, general e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, além de ter sido candidato a vice de Bolsonaro em 2022.

Com a denúncia aceita, os investigados agora passarão a responder ao processo na Suprema Corte, onde poderão ser considerados culpados ou inocentes.

É a primeira vez que um ex-presidente eleito é colocado no banco dos réus por crimes contra a ordem democrática estabelecida com a Constituição de 1988.

“Não há então dúvidas de que a procuradoria apontou elementos mais do que suficientes, razoáveis, de materialidade e autoria para o recebimento da denúncia contra Jair Messias Bolsonaro”, disse Moraes, relator do caso no Supremo, referindo-se à acusação apresentada no mês passado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. 

O relator votou para que Bolsonaro também responda, na condição de réu no Supremo, aos crimes de organização criminosa armada, dano qualificado pelo emprego de violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Se somadas, todas as penas superam os 30 anos de cadeia.

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