Segundo a matéria, fontes próximas ao governador de São Paulo informaram que ele pretende permanecer no Republicanos até pelo menos 2026, quando termina seu mandato de gestor estadual.
Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas. Foto: Agência Brasil
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), comunicou a aliados que abandonou o plano de sair do seu partido para se filiar ao PL, legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
Anteriormente, Tarcísio havia indicado ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que se juntaria ao partido após as eleições municipais de 2024, que foram finalizadas no domingo 27, de outubro.
Segundo a matéria. fontes próximas ao governador informaram que ele pretende permanecer no Republicanos até pelo menos 2026, quando termina seu mandato atual no comando do Palácio dos Bandeirantes.
Em julho, Valdemar Costa Neto realizou várias entrevistas divulgando a futura filiação de Tarcísio ao PL, e até mesmo Bolsonaro afirmou que a transferência do governador para o partido estava praticamente confirmada.
"Outros pesos pesados do Poder Executivo também virão (para o PL). Eu filei nesta semana em Rio Branco, capital do Acre, o prefeito Bocalom. Virá brevemente um governador peso pesado para o nosso partido. São pessoas que têm um pensamento muito semelhante", disse Bolsonaro em março deste ano.
Em julho deste ano, Tarcísio de Freitas negou que que pretendia migrar para o Partido Liberal. De acordo com o governador, ele esta “muito confortável” no Republicanos, e deve seguir na sigla. A afirmação foi feita em entrevista à GloboNews.
Na avaliação de aliados, Tarcísio não deve trocar de partido tão cedo, tendo em visto que dentro do Republicanos o governador tem mais espaço, sendo um dos grandes nomes da sigla. Além disso, ele evitaria rusgas com o Executivo federal por não estar em um partido declaradamente de oposição.
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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