O ator falou publicou no X, depois da reportagem feita pelo jornal, onde afirma que o ministro pediu de forma ilegal que o TSE elaborasse relatórios para justificar as decisões sobre o inquérito das Fake News contra o ex-presidente Bolsonaro e aliados.
Ministro Alexandre de Moraes e o ator José Abreu Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Na terça-feira, 13 de agosto, o ator José de Abreu fez uma publicação em seu perfil do X, onde pede ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moares, para fechar o jornal Folha de S.Paulo.
A publicação foi feita pelo ator depois da reportagem feita pelo jornal, onde afirma que o ministro pediu de forma ilegal que o Tribunal de Justiça Eleitoral elaborasse relatórios para justificar as decisões sobre o inquérito das Fake News contra os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
"O Alexandre de Moares deveria mandar fechar a Folha"
Em outra publicação, o ator falou que o jornal que a anistia de Bolsonaro e também disse que o Brasil está vivendo um momento político grave, com tentativas de desacreditar Moraes e lutar contra a democracia.
"A Filha quer anistia a Bolsonaro. Estamos vivendo um grave momento político. Desacreditar Alexandre agora é lutar contra a democracia."
E por fim, José de Abreu publicou que, para o jornal, existe um Moares do STF e outro do TSE.
" A Folha sendo a Folha. Um Xandão era do STF, o outro do TSE. Duas pessoas diferentes..."
O gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), escolheu alvos para serem investigados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, por sua vez, produzia relatórios para embasar as decisões do ministro na mais alta Corte do País, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. Entre os alvos escolhidos estão o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e a revista Oeste, publicação simpática ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-SP).
Os pedidos de investigação ocorreram antes e depois das eleições gerais de 2022, período no qual o órgão de cúpula da Justiça Eleitoral era presidido por Alexandre de Moraes. Segundo a reportagem, auxiliares de Moraes, tanto do STF quanto do TSE, trocavam mensagens de Whatsapp com técnicos do Tribunal Superior Eleitoral solicitando, de forma não oficial, a produção de documentos para serem utilizados em inquéritos no Supremo.
Em alguns casos, diz o jornal, os auxiliares de Moraes não apenas indicavam a personalidade que deveria ser investigada como também sugeriam conteúdos que deveriam constar no documento produzido pelo TSE. Moraes, por sua vez, diz que o TSE tem "poder de polícia" e que os relatórios solicitados foram "oficiais e regulares". Ele também acrescentou que o processo contou "com integral participação da Procuradoria Geral da República".
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Caso, que envolve uma das famílias mais ricas de Pernambuco, será exibido no Domingo Espetacular da Record neste domingo com Roberto Cabrine.
Segundo nota divulgada pelo STF, o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.
Governador de Minas Gerais e parlamentares da legenda citam mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro como base para questionar a conduta do ministro do STF.
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