Ministro do STF, Dias Toffoli Foto: Carlos Moura/STF
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi internado nesta terça-feira, 17 de setembro, com inflamação nos pulmões. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da Corte.
De acordo com boletim médico divulgado no início desta noite pelo Hospital DF Star, Toffoli está com uma broncopneumonia. O quadro de saúde é estável. Ele respira espontaneamente e não tem previsão de alta.
A internação ocorre em meio às queimadas dos últimos dias, que deixaram Brasília, onde o ministro mora, coberta pela fumaça do fogo que consome parte do Parque Nacional. O período de estiagem na capital federal já dura mais de 140 dias.
O fogo começou no domingo, 15 de setembro e teve origem criminosa. A Polícia Federal investiga o caso.
A Polícia Federal (PF) instaurou inquérito para investigar o incêndio que, desde domingo, 15 de setembro, atinge o Parque Nacional de Brasília, próximo à Granja do Torto, residência oficial da Presidência da República.
Conhecido como Água Mineral, o parque nacional é uma unidade de conservação vinculada ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente.
O ICMBio confirmou à Agência Brasil que o incêndio começou em região próxima à residência oficial Granja do Torto e que, desde ontem, mantém brigadistas no local, em apoio ao Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino determinou, nesse domingo, a disponibilização de um orçamento de emergência climática para enfrentar os incêndios florestais que atingem diversas partes do país.
Na decisão, Dino determinou também o uso do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal (Funapol) para mobilizar recursos e permitir que o órgão trate como prioridade os inquéritos sobre queimadas e incêndios.
Por conta do incêndio, Brasília amanheceu encoberta de fumaça nesta segunda-feira.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações da Agência Brasil
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Em nota, o supremo informou que o ministro, "considerados os altos interesses institucionais", solicitou a redistribuição do caso para outro integrante do tribunal.
Durante o encontro, o presidente da Corte vai dar ciência aos demais membros do STF sobre o material entregue pela PF.
Com o entendimento formado pelos ministros, os políticos acusados de fazerem campanha com recursos não contabilizados poderão ser responsabilizados duplamente.
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