O ex-ministro Gilson Machado Foto: Divulgação
O ex-ministro do Turismo e da Cultura do governo Bolsonaro, Gilson Machado, foi impedido de comparecer ao velório de sua tia, devido às medidas cautelares que o proíbem de sair do município de Recife.
A tia do ex-ministro, Dora, faleceu no último domingo (20). Ela era a última irmã viva da mãe de Gilson. O velório acontece nesta segunda-feira (21) no município vizinho, em Paulista, mas Gilson foi impedido de comparecer por conta das restrições judiciais impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
"Ontem a minha tia Dora faleceu. Infelizmente, não poderei ir ao funeral aqui ao lado no município de Paulista, pois não posso me ausentar de Recife devido às medidas cautelares. Estou impedido de sair do Recife", escreveu o ex-ministro nas redes sociais.
Segundo ele, sua defesa entrará com um pedido junto à Justiça para que possa ser liberado para prestar a última homenagem à tia:
"O advogado irá solicitar a liberação para que eu possa comparecer ao funeral", completou.
Gilson Machado lamentou profundamente o momento, classificando-o como de "dor, sofrimento, indignação e luto".
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), reiterou mais uma vez em entrevista coletiva, na manhã desta quinta-feira, 17 de julho, que Gilson Machado é o candidato oficial do PL ao Senado Federal por Pernambuco. A declaração pública de Bolsonaro alinha nacionalmente a legenda e dá respaldo político a Gilson, que já ocupou o cargo de ministro do Turismo durante o seu governo e tem forte ligação com o ex-presidente.
"Há um interesse nosso enorme nas eleições para o Senado. Nós queremos um Senado forte para equilibrar os Poderes. [...] Se depender de mim, é Gilson em Pernambuco", afirmou Bolsonaro.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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