Simplex desmente fake news sobre pesquisa. (Artes: Divulgação e Portal de Prefeitura)
A direção da Simplex Consultoria divulgou nesta terça-feira, 21 de julho, uma nota oficial para negar informações que circulam nas redes sociais sobre uma suposta impugnação da pesquisa eleitoral realizada pela empresa.
Segundo a consultoria, não há qualquer decisão de impugnação envolvendo o levantamento divulgado. A empresa afirma que as publicações com essa informação são falsas e as classificou como fake news, sem qualquer fundamento.
No comunicado, a Simplex reafirma seu compromisso com a transparência, o rigor técnico e o cumprimento da legislação eleitoral vigente. A consultoria também informa que permanece à disposição para prestar esclarecimentos sobre a pesquisa divulgada.
O levantamento mostra a governadora Raquel Lyra (PSD) na liderança da disputa pelo Governo de Pernambuco.
No principal cenário estimulado, a gestora estadual registra 48,2% das intenções de voto, enquanto o prefeito do Recife, João Campos (PSB), soma 36,5%. O ex-vereador Ivan Moraes (Federação PSOL/Rede) aparece com 1,1%.
Os eleitores que declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos candidatos representam 5,9%, enquanto 8,3% afirmaram não saber ou preferiram não responder.
No levantamento estimulado, os percentuais são os seguintes:
Considerando apenas os votos válidos — critério utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das eleições — Raquel Lyra amplia a vantagem.
O Instituto Simplex entrevistou 1.067 eleitores por telefone entre os dias 15 e 20 de julho de 2026, em municípios de Pernambuco.
A pesquisa possui margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-03323/2026.
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A Nexus entrevistou 2.002 eleitores por telefone, entre 10 e 12 de outubro, a pedido do banco BTG Pactual. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%.
A decisão foi tomada em sigilo, na semana passada, após a campanha do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) alegar que o sindicato teve sua estrutura usada para propaganda eleitoral.
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