Silvio Nascimento e Gilson Machado e Filho Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O vereador Silvio Nascimento, eleito em Caruaru pelo PL e ex-presidente da Embratur, é aliado histórico de Gilson Machado e comentou recentemente sobre a postura política adotada pelo ex-ministro do Turismo. Segundo Nascimento, Machado tem priorizado interesses pessoais e familiares, sem investir na construção de um grupo político consolidado dentro da direita brasileira.
Para o vereador, essa estratégia tem gerado isolamento e críticas internas, principalmente após a migração de Machado para o Podemos, partido presidido por Marcelo Gouveia, com histórico de apoio a pautas mais progressistas.
“Me diga: qual é o grupo político de Gilson? Quais políticos estão apoiando ele? Nenhum amigo. Ele não quer grupo político. Ele quer eleger ele e o filho”, afirmou Nascimento, resumindo a percepção de aliados conservadores sobre a trajetória política de Machado.
O vereador reforçou que, mesmo diante de divergências, manteve sua lealdade ao ex-ministro em 2022. “Eu fui a canoa de Gilson. Fui o último a desembarcar. Não foi direcionamento do partido, fomos nós percebendo que Gilson não queria criar um grupo político. Ele quer eleger a si e ao filho. É um projeto familiar, é um projeto pessoal”, completou. Nascimento citou episódios recentes que ilustram essa postura, como a disputa pelo Senado e pela Prefeitura do Recife, em que Machado teria priorizado decisões individuais em detrimento da estratégia coletiva da direita.
O vereador destacou ainda que essa postura prejudica a consolidação de alianças mais amplas. “Me diga: qual é o grupo político de Gilson? Quais políticos estão apoiando ele? Nenhum amigo. Ele não quer grupo político. Ele quer eleger ele e o filho”, reforçou, criticando o isolamento do ex-ministro e alertando para os riscos dessa estratégia dentro do campo bolsonarista.
Segundo Nascimento, a atuação de Machado evidencia uma preferência por projetos pessoais e familiares em vez de esforços coletivos que poderiam fortalecer o conservadorismo brasileiro. Para ele, a escolha do Podemos, partido com inclinação mais progressista, amplia ainda mais esse isolamento e dificulta a construção de uma base política sólida.
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Nova pesquisa revela que 6 em cada 10 pernambucanos aprovam a gestão estadual; nos votos válidos, rejeição ao ex-prefeito do Recife chega a 30,1%.
A atual governadora, Raquel Lyra (PSD), apresenta uma situação melhor, sua rejeição em votos válidos é de apenas 15,2%.
No entanto, o número mais impactante deste recorte é o de indecisos: 66,7%. Dois em cada três pernambucanos ainda não têm um nome gravado na memória para a disputa de 2026.
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