Ex-titular do Ministério dos Direitos Humanos foi convidado para dar aulas em universidades no exterior, mas ainda não tomou uma decisão sobre a proposta.
Ex-ministro Silvio Almeida. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Após ser demitido do Ministério dos Direitos Humanos devido a acusações de assédio sexual, o ex-ministro Silvio Almeida está cogitando a ideia de deixar o Brasil em 2025 para atuar no exterior.
Segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, o ex-ministro de Lula foi convidado para dar aulas em universidades no exterior, mas ainda não tomou uma decisão sobre a proposta.
Silvio Almeida teve experiências como professor visitante na Universidade de Columbia e como pesquisador na Universidade Duke, ambas nos Estados Unidos.
Em setembro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) iniciasse um inquérito para investigar as acusações de assédio sexual e moral contra Silvio Almeida. Com isso, o caso passou a tramitar no STF.
Para decidir sobre a abertura do inquérito, Mendonça analisou um pedido da PF, que havia conduzido uma apuração preliminar e ouvido o depoimento de uma das supostas vítimas. A PF considerou que havia evidências suficientes para iniciar a investigação e solicitou ao STF que decidisse se o caso deveria ser julgado pela Corte ou encaminhado à primeira instância.
A Comissão de Ética Pública (CEP) da Presidência da República arquivou na segunda-feira, 25 de novembro, um pedido de investigação contra o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida, demitido em setembro após denúncias de assédio sexual.
O processo em questão é sigiloso e não tem relação com as acusações feitas pela ONG Mee Too que levaram à destituição do ativista do cargo. O Estadão procurou a defesa do ex-ministro e a Casa Civil, que não se manifestaram até o fechamento da reportagem.
Sua queda se deu em setembro após a revelação de que entre as supostas vítimas estaria a ministra da Igualdade Racial, Aniele Franco. Lula substituiu Almeida por Macaé Evaristo, atual titular da pasta.
Em outubro, o ex-ministro foi alvo de duas denúncias na CEP. De acordo com o governo, nenhuma delas tem a ver com as denúncias anônimas feitas pela ONG. Teriam partido de dentro do governo e chegado ao colegiado por meio de canais oficiais.
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