Marcos do Val ataca o ministro Alexandre de Moraes Foto: Montagem/Divulgação
O senador Marcos do Val (Podemos) voltou a atacar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em um tom ameaçador, o parlamentar afirmou - por meio de uma live realizada em sua conta no Youtube, na terça, 1º de abril, que o ministro está "fodido" e que os "seus amigos estrangeiros" estão vindo para o Brasil em comitiva sem avisar ao governo brasileiro. (Veja vídeo abaixo)
“A comitiva vai vir ao Brasil - segura essa, Alexandre -, só por conta de um senador perseguido politicamente. Imagina os presos políticos e os perseguidos do dia 8 [de janeiro de 2022]. Tu está fodido. E vocês, senadores da esquerda, querem fazer alguma denúncia no Conselho de Ética? Façam e aí vocês vão entrar aqui também”, disse o senador no vídeo.
“Eles vão definir esta missão oficial ao Brasil. Não vão comunicar a data para o governo brasileiro de quando eles vão vir, e vão fazer denúncias in loco dos crimes cometidos pelo Alexandre de Moraes”, complementou Marcos do Val, que não dá detalhes sobre qual comitiva está se referindo especificamente.
Veja vídeo:
Esta não é a primeira vez que o parlamentar protagoniza episódios polêmicos. Em fevereiro deste não, Marcos pediu para que os Estados Unidos invadissem o Brasil. o registro, cuja data de gravação não foi confirmada, o parlamentar apela “pelo amor de Deus” para que a intervenção ocorra, alegando a necessidade de “recuperar” a democracia no país.
Ao longo do vídeo, Do Val, visivelmente exaltado e utilizando palavrões, menciona o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e afirma que a população brasileira teria sofrido um suposto golpe.
“O que nós vamos fazer? Sozinho eu não consigo fazer. Agora Alexandre tá indo por água abaixo, mas sempre vai ter outro que vai assumir”, disse o senador.
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A condenação pelo crime previsto no artigo 129, § 13, do Código Penal foi confirmada, por unanimidade, pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
A Corte enfrenta uma crise institucional sem precedentes, com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigação.
O número de indicações ainda poderá aumentar caso algum outro magistrado opte por se aposentar antes da idade compulsória.
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