senador Eduardo Girão Foto: Reprodução
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) apresentou há pouco uma questão de ordem para que a votação para a presidência do Senado seja aberta, e não secreta, como tradicionalmente é feita. O objetivo do senador é tentar constranger parlamentares que devem votar em Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o favorito no pleito Além de Girão e Alcolumbre, também pleiteiam a presidência do Senado os senadores Marcos do Val (Podemos-ES), Marcos Pontes (PL-SP) e Soraya Thronicke (Podemos-MS).
Girão argumentou que a Constituição não prevê expressamente o voto secreto - e que, em casos assim, o princípio da transparência deveria prevalecer. As votações para as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado, no entanto, são realizadas de forma secreta tradicionalmente.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que responderia sobre a questão de ordem ainda neste sábado, 1º, antes do início da votação. A tendência é que seja rejeitada.
Sabendo desse cenário, Girão pediu que os parlamentares exponham publicamente seus votos, como aconteceu em 2019, por exemplo, quando Alcolumbre se beneficiou dessa manobra quando disputou o cargo contra Renan Calheiros (MDB-AL).
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O militar desapareceu na madrugada do sábado (17), levando um fuzil e 20 munições.
A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
O texto prevê o fim do modelo de seis dias de trabalho para um de descanso e estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial.
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