SAMU Recife nega uso de UTI Móvel no casamento de João Campos. Foto: Divulgação
O SAMU Recife divulgou nota oficial para esclarecer questionamentos sobre o possível uso de uma UTI móvel durante o casamento do prefeito do Recife, João Campos (PSB), com a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). A cerimônia aconteceu em Tamandaré, no litoral sul do estado.
A manifestação ocorreu após o Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Pernambuco (SEEPE) acionar o Ministério Público de Pernambuco para apurar o caso.
Na nota, o SAMU Recife afirmou que a informação sobre o uso da ambulância em evento privado não procede. O serviço explicou que atendeu a uma solicitação formal do Ministério da Defesa para acompanhar o presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), durante agenda oficial em Pernambuco.
De acordo com o comunicado, a equipe acompanhou o desembarque de Alckmin no Recife, seguiu no deslocamento até Tamandaré e permaneceu até o retorno à capital pernambucana, onde ele embarcou novamente. O SAMU destacou que adota esse procedimento como protocolo em visitas presidenciais realizadas em qualquer parte do país.
"Essa informação não procede pois o SAMU atendeu a uma solicitação formal do Ministério da Defesa para o acompanhamento do presidente da República em exercício do País, o senhor Geraldo Alckmin - do seu desembarque no Recife, ao longo do deslocamento até o município de Tamandaré e no seu retorno à capital pernambucana, onde embarcou novamente. Essa é uma praxe, um protocolo que é realizado em qualquer visita presidencial em todo o País. O SAMU Recife é uma instituição séria que atua sempre em conformidade com a Lei. Acreditamos que possa ter havido um equívoco muito grande da parte de vossa senhoria nessa postagem", destaca a nota do SAMU Recife.
O questionamento surgiu após o SEEPE formalizar pedido de apuração ao Ministério Público. A presidente do sindicato, Ludmila Outtes, afirmou que, caso se confirme a utilização da ambulância em um evento particular, o fato configuraria desvio de finalidade. Segundo ela, a população depende do serviço de urgência e emergência para situações que envolvem risco à vida, o que exige responsabilidade no uso da estrutura pública.
Ludmila declarou que o sindicato cobra investigação rigorosa e transparência. Ela afirmou que o SEEPE defende eventual responsabilização caso as irregularidades se confirmem. A dirigente destacou que a saúde pública representa um direito da população e não pode atender interesses privados.
O Ministério Público de Pernambuco deverá analisar a representação apresentada pelo sindicato e avaliar se há necessidade de instaurar procedimento para apurar os fatos.
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