Primeira-dama Janja e Presidente do PT, Gleisi Hoffmann Foto: Reprodução/X (antigo Twitter)
A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada Gleisi Hoffmann (PR), na sexta-feira, 27 de dezembro, reagiu após o jornal O Estado de São Paulo divulgar que a primeira-dama Janja teria montado uma equipe informal composta por servidores federais.
Formada por pelo menos 12 pessoas, a equipe tem um custo mensal de cerca de R$ 160 mil em salários, além de R$ 1,2 milhão em gastos com viagens deste ano.
A equipe de servidores inclui um militar atuando como ajudante de ordens, fotógrafo, especialistas em redes sociais e uma assessora de imprensa. Como a primeira-dama não ocupa um cargo formal, esses funcionários estão registrados como contratados em outras áreas do governo.
Através das redes sociais, Gleisi questionou “qual é o problema” de Janja ter uma assessoria e os recursos necessários para desempenhar suas funções.
"A companheira atua em causas muito objetivas, como a defesa dos direitos das mulheres e contra a violência, o incentivo e difusão nacional e internacional de nossa cultura, a causa dos direitos animais, entre tantas outras. É uma cidadã consciente e politicamente ativa, que enfrenta de cabeça erguida os preconceitos, o machismo e a misoginia que ainda são muito presentes em nossa sociedade", disse Gleisi Hoffmann.
A deputada ainda destacou que, em muitos países, as esposas dos presidentes têm funções ativas. Ela desejou força a Janja para seguir ao lado de Lula.
"Qual é o problema em ter assessoria e condições de trabalho para cumprir o seu papel?! Na maioria dos países, as mulheres e companheiras dos presidentes, também chamadas pelo nome ultrapassado de ‘primeiras-damas’, têm papel ativo, de acordo com o perfil pessoal e político de cada uma. Desejo à Janja muita força para seguir sendo quem é, ao lado do nosso presidente Lula", escreveu a presidente nacional do PT.
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