Pernambuco, 24 de Setembro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Projeto de Lei propõe ensino dos "perigos de socialismo, comunismo, nazismo e fascismo" nas escolas

O Projeto que tramita na Câmara desde 2021, ganhou visibilidade ao ser apelidado de "Projeto Charlie Kirk", em referência ao ativista conservador norte-americano.

Portal de Prefeitura

03 de outubro de 2025 às 15:26   - Atualizado às 15:35

Escola da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo-SP

Escola da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo-SP Foto: Divulgação/Ascom/SP

A Comissão de Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal de São Paulo aprovou, no dia 25 de setembro de 2025, o Projeto de Lei 762/2021, de autoria do vereador Rubinho Nunes (UNIÃO). O texto propõe a inclusão, na grade curricular da rede municipal de ensino, de conteúdos sobre os riscos associados a regimes considerados autoritários, como socialismo, comunismo, nazismo e fascismo.

De acordo com a proposta, os temas deverão ser abordados nas disciplinas obrigatórias da grade curricular, sempre que houver pertinência com o conteúdo e com o projeto político-pedagógico de cada unidade escolar.

O Projeto de Lei 762/2021 visa, segundo o autor, oferecer aos estudantes conhecimentos sobre modelos históricos de governo que tiveram impacto na democracia e nos direitos humanos, utilizando fatos documentados e referências históricas.

A proposta agora segue para análise das demais comissões temáticas e, posteriormente, para votação em plenário. Para entrar em vigor, o projeto ainda precisa ser aprovado em dois turnos pela Câmara e sancionado pelo Executivo municipal.

Tramitação e contexto

O Projeto de Lei 762/2021 tramita na Câmara desde 2021 e ganhou visibilidade ao ser apelidado de “Projeto Charlie Kirk”, em referência ao ativista conservador norte-americano. A proposta passou a ser discutida com mais intensidade nos últimos meses, com destaque nas comissões da Casa.

Veja Também

Durante a votação, foram registradas manifestações favoráveis e contrárias entre os vereadores. Parte dos parlamentares defendeu o projeto como uma medida educativa de prevenção a práticas autoritárias. Outros membros da Comissão questionaram o conteúdo e apontaram possível viés ideológico na proposta.

Apesar da aprovação na Comissão de Educação, o projeto ainda depende de avaliação do plenário para que seja incluído oficialmente no currículo das escolas municipais.

Aplicação prática

Caso o Projeto de Lei 762/2021 seja aprovado em definitivo, caberá à Secretaria Municipal de Educação definir diretrizes para a implementação do conteúdo, incluindo materiais didáticos, formação de professores e adaptação ao calendário escolar.

A legislação também prevê que a abordagem dos temas respeite a autonomia pedagógica das escolas e a pertinência com as disciplinas já existentes no currículo, sem a criação de uma nova matéria específica.

Atualmente, a rede municipal de ensino de São Paulo atende cerca de um milhão de alunos, distribuídos em mais de 4 mil unidades escolares. A eventual adoção do conteúdo impactará diretamente escolas de educação infantil, ensino fundamental e médio da capital.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

08:14, 24 Set

Imagem Clima

28

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Presidente Lula (PT).
Eleições

Pesquisa Real Time Big Data: governo Lula tem 45% de aprovação e 52% de desaprovação

Na avaliação geral do mandato, 32% dos entrevistados classificam o governo como ótimo ou bom. Outros 22% consideram a gestão regular.

Flávio Bolsonaro e Lula
Cenário

Pesquisa Real Time Big Data mostra Flávio com 45% e Lula com 44% no 2º turno

O levantamento do Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026. As entrevistas foram realizadas por telefone e por meio de recrutamento digital.

Lula e Flávio Bolsonaro.
Pesquisa

Real Time Big Data: Lula tem 41% e Flávio Bolsonaro aparece com 37% no 1º turno

Segundo a pesquisa, 3% dos entrevistados declararam que pretendem votar em branco ou nulo. O mesmo percentual, de 3%, corresponde aos eleitores que disseram não saber.

mais notícias

+

Newsletter