Gustavo Petro, presidente da Colômbia, e Miguel Uribe. Foto: Divulgação
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, repudiou na noite de sábado, 7 de junho, o atentado em Bogotá contra Miguel Uribe Turbay, senador e pré-candidato à presidência do país pelo partido conservador Centro Democrático.
Em postagem nas redes sociais, o líder do executivo fez referência aos ciclos de violência que persistem no país e expressou solidariedade à família do senador.
"A Colômbia acolhe o mundo e não tira a vida daqueles que vêm de todos os cantos do planeta. Minha solidariedade à família Uribe e à família Turbay", escreveu. "Não sei como aliviar essa dor. É a dor de uma mãe e de uma pátria perdidas", disse em alusão à violência que marcou a família do senador, que teve a mãe assassinada nos anos 1990.
Pouco antes, o governo nacional havia divulgado nota descrevendo o atentado como um ato de violência "não apenas à integridade pessoal do senador, mas também à democracia, à liberdade de pensamento e ao exercício legítimo da política na Colômbia".
Uribe foi baleado na cabeça por volta das 19h (de Brasília) em um evento de campanha, de acordo com a mídia local. Ele foi encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital na capital. Ainda segundo a mídia colombiana, um suspeito foi detido.
Estadão Conteúdo
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No documento que em que expediu a prisão, o juiz Albérides Nicéas de Albuquerque Filho especifica que Emerson infringiu o artigo 158 do Código Penal, que versa sobre a prática de extorsão.
Presidente dos Estados Unidos afirmou que não tomou partido a pedido do petista, mas evitou reconhecer explicitamente a vitória do brasileiro.
A decisão foi tomada por maioria pela Segunda Seção do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), após a defesa recorrer de decisões anteriores que haviam negado parte dos pedidos.
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