A liderança evangélica é fortemente vinculada a nomes expressivos da direita nacional. Em seus perfis oficiais, a pastora exibe fotos ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Pré-candidata do PL, pastora é filmada agredindo entregador de móveis em condomínio Foto: Reprodução
A pastora Renata Vieira, pré-candidata a deputada estadual pelo PL-MG, envolveu-se em uma violenta discussão na última sexta-feira, 17 de julho, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Flagrada em vídeo desferindo tapas, arremessando uma pedra e agarrando um entregador de móveis, a influencer gospel, que soma mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, alega ter reagido a provocações políticas, enquanto testemunhas apontam que o estopim foi um desacordo logístico sobre o carregamento da mercadoria.
As versões sobre a motivação das agressões divergem. De acordo com fontes ligadas ao caso, o entregador pretendia retornar à loja para buscar um colega, pois não conseguiria carregar o móvel sozinho, o que teria irritado a pré-candidata.
Já a assessoria de imprensa da Renata Vieira divulgou uma nota afirmando que ela sofreu agressões prévias do trabalhador, que teria feito "ofensas e insinuações de cunho político" ao saber de suas pretensões eleitorais. Renata reforçou o posicionamento em um vídeo gravado à noite, diretamente de um hospital.
Contudo, o material audiovisual que circula na web não registra embate ideológico. As imagens expõem a pré-candidata insultando a vítima com falas preconceituosas sobre sua condição social e profissional.
A liderança evangélica é fortemente vinculada a nomes expressivos da direita nacional. Em seus perfis oficiais, a pastora exibe fotos ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que já chegou a endossar publicamente os discursos de Renata em postagens anteriores.
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No documento que em que expediu a prisão, o juiz Albérides Nicéas de Albuquerque Filho especifica que Emerson infringiu o artigo 158 do Código Penal, que versa sobre a prática de extorsão.
Presidente dos Estados Unidos afirmou que não tomou partido a pedido do petista, mas evitou reconhecer explicitamente a vitória do brasileiro.
A decisão foi tomada por maioria pela Segunda Seção do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), após a defesa recorrer de decisões anteriores que haviam negado parte dos pedidos.
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