Equipe foi abordada pela vó da criança, enquanto realizavam patrulhamento no Alto da Sé.
03 de janeiro de 2022 às 14:53
A ação rápida de policiais militares ajudou, mais uma vez, a salvar a vida de um bebê. No final da tarde do domingo, 2 de janeiro, uma dupla da CIATur fazia rondas no Alto da Sé, quando foi acionada por uma senhora vindo das proximidades do Clube Preto Veho, pedindo socorro para sua neta, recém nascida de apenas três dias, que estava engasgada com o leite materno. Os policiais de imediato seguiram até a residência, localizada na Rua Bispo Coutinho, e ao chegar no local adotaram a Manobra de Heimlich, massagem usada para ajudar a pessoas engasgadas a retomarem a respiração, obtendo sucesso. Veja também: >>>Com ajuda de PMs, bebê nasce dentro de viatura no Recife Com a criança respirando normalmente outra vez, o efetivo recomendou a família a levá-la para uma unidade de saúde para ser avaliada, oferecendo inclusive para fazer o transporte na viatura. No entanto, os responsáveis preferiram ficar observando a bebê em casa. Policiais militares ajudam na realização de parto Policiais militares também estiveram em novembro em uma ocorrência diferente. Eles ajudaram uma gestante a dar à luz, no Recife. Os policiais do 20ºBPM, realizavam rondas na área de Camaragibe, quando foram informados que uma mulher estaria em trabalho de parto, no Loteamento São João e São Paulo, no município. De imediato, o efetivo seguiu para o local para prestar socorro, quando se deparou com a gestante sentada em uma escadaria dando a luz, com o auxílio de algumas mulheres. A equipe policial então deu toda a assistência necessária ainda no local e em seguida a viatura seguiu com a mãe e a criança para a Maternidade Amiga da Família, em Camaragibe. No entanto, não houve tempo e ao chegar em frente à Emergência Obstétrica, a criança não aguentou mais esperar e nasceu. Os PMs auxiliaram a entrada na unidade de saúde, onde mãe e a pequena ficaram sob os cuidados da equipe médica.
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Entre as propostas apresentadas pelo vereador estão a ampliação do uso de botões de pânico e o armamento da corporação.
Caso a candidatura seja mantida, a "punição" será o rompimento do apoio à candidatura de Manuela d'Ávila ao Senado no Rio Grande do Sul.
A afirmação faz referência a um suposto erro do senador, que declarou possuir pós-graduação em Ciências Políticas sem ter.
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