Após sair do país, ele seguiu para o Paraguai, o que motivou o acionamento imediato de alertas nas regiões de fronteira e da adidância policial brasileira no país vizinho.
Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF. Foto: Pedro França/Agência Senado. Arte: Portal de Prefeitura
O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso na madrugada desta sexta-feira, 26 de dezembro, no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai. A informação foi confirmada pelo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.
De acordo com a PF, Silvinei rompeu a tornozeleira eletrônica que utilizava em Santa Catarina e deixou o Brasil sem autorização da Justiça. Após sair do país, ele seguiu para o Paraguai, o que motivou o acionamento imediato de alertas nas regiões de fronteira e da adidância policial brasileira no país vizinho.
Ainda segundo as autoridades, Silvinei tentava embarcar em um voo com destino a El Salvador quando foi abordado no aeroporto. No momento da tentativa de embarque, ele portava um passaporte paraguaio original, porém o documento não correspondia à sua identidade verdadeira.
Após a abordagem, agentes paraguaios realizaram a detenção do ex-dirigente da PRF. Ele foi identificado e encaminhado para ficar à disposição do Ministério Público do Paraguai.
Silvinei Vasques deve passar por audiência de custódia ainda nesta sexta-feira (26). Após os procedimentos legais no país, a expectativa é de que ele seja entregue às autoridades brasileiras para adoção das medidas judiciais cabíveis.
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O ministro Alexandre de Moraes, do STF, havia determinado a reabertura do caso, que tinha sido instaurado após o pedido de demissão de Sergio Moro, quando ele disse ter sofrido pressão do presidente para trocar cargos de comando da corporação.
Em nota, a corporação informou que estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão, além de 24 ações de fiscalização em diversos estados.
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