Agente da PF e avião de onde a recifense chegou. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Uma jovem recifense foi resgatada após ser mantida em cárcere privado e submetida à exploração sexual em um hotel em Myanmar, no sudeste asiático, por cerca de três meses. A vítima havia sido levada ao país por integrantes de uma organização criminosa internacional, que a aliciou com falsas promessas de trabalho.
Seu paradeiro foi identificado por meio de um alerta internacional da Interpol, o que possibilitou o resgate e o retorno dela ao Brasil no domingo, 8 de junho.
O caso levou a Polícia Federal (PF) a deflagrar, na última sexta-feira (6), a Operação Double Key, com o objetivo de desarticular o grupo responsável pelo esquema de tráfico internacional de pessoas com fins de exploração sexual. A organização, segundo as investigações, atuava principalmente na região do estado de Karen, em Myanmar, onde vêm sendo construídos hotéis e cassinos usados como fachada para os crimes.
Durante a operação, dois homens de origem chinesa foram presos preventivamente ao desembarcarem no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, após voo vindo do Camboja. Ambos são apontados como integrantes do grupo criminoso. Também foram impostas medidas cautelares contra uma mulher brasileira, além do cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência dela, na capital paulista.
De acordo com a PF, a organização era composta majoritariamente por cidadãos chineses legalmente estabelecidos no Brasil, que aliciavam jovens brasileiras com falsas ofertas de emprego no exterior.
O influenciador paraibano Hytalo Santos passou a ser alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) da 13ª Região. As informações foram divulgadas pelo Portal Leo Dias.
O processo judicial teve início após a conversão de uma Notícia de Fato em inquérito civil, formalizado em 10 de fevereiro de 2025.
A investigação apura possíveis violações de leis trabalhistas e outras condutas graves relacionadas à atuação do influenciador e das empresas ligadas a ele.
O caso começou com suspeitas de exploração de trabalho infantil. Os promotores identificaram publicações antigas nas redes sociais de Hytalo Santos que mostravam crianças e adolescentes atuando em vídeos monetizados, sem contratos formais ou autorizações legais exigidas para atividades artísticas infantis.
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O ministro Alexandre de Moraes, do STF, havia determinado a reabertura do caso, que tinha sido instaurado após o pedido de demissão de Sergio Moro, quando ele disse ter sofrido pressão do presidente para trocar cargos de comando da corporação.
Em nota, a corporação informou que estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão, além de 24 ações de fiscalização em diversos estados.
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