Segundo a corporação, esse tipo de operação contribui significativamente para o desabastecimento dos pontos de venda de droga em Pernambuco como também em outros Estados da região Nordeste.
Maconha apreendida pela PF. (Foto: Divulgação)
A Polícia Federal (PF), por meio de sua Delegacia em Salgueiro/PE, vem promovendo ações de identificação e consequente erradicação de plantios de maconha no sertão pernambucano.
Tais medidas fazem parte das estratégias adotadas pela Coordenação-Geral de Repressão a Drogas, Armas, Crimes Contra o Patrimônio, e Facções Criminosas-CGPRE, Órgão Central da Polícia Federal em Brasília/DF e Superintendência Regional em Pernambuco, com o objetivo de extinguir a produção e oferta de maconha no sertão Pernambucano.
Desta vez, foram destruídas na Divisa entre AL e BA, na região de Delmiro Gouveia, cerca de 2 toneladas de maconha gourmet-inflorescência, [Com alto poder de THC - princípio ativo] avaliada em cerca de 7 milhões de reais
Assim, com essas operações consecutivas, a Polícia Federal contribui significativamente para o desabastecimento dos pontos de venda de droga em Pernambuco como também em outros Estados da região Nordeste, evitando, assim, a escalada da violência, refletida na prática de roubos, furtos, homicídios, latrocínios, guerra pelo domínio dos territórios de drogas, dentre outros crimes violentos que giram em torno do tráfico de drogas.
A Polícia Federal em ação conjunta com o Batalhão de Operações Especiais - BOPE PMPE, prendeu em flagrante no dia 24 de março, dois indivíduos em Xéxeu, no interior do Estado, que estavam transportando aproximadamente 200 kg de maconha e mais de 1000 envelopes de cocaina.
Também foi encontrada com os suspeitos a quantia quantia aproximada de 30 mil reais proveniente do comércio ilícito de entorpecentes.
Além da droga foram apreendidas mídias que poderão auxiliar na identificação dos demais envolvidos no esquema criminoso interestadual especializado no envio de substâncias ilícitas pelo modal terrestre do Sudeste do país para toda região Nordeste.
Os conduzidos responderão por tráfico interestadual de drogas com penas que podem ultrapassar 20 anos de prisão.
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De acordo com relatório do Coaf, o grupo, que contaria com a participação de policiais civis, é suspeito de movimentar mais de R$ 7,6 bilhões.
As investigações começaram após a identificação de atividades suspeitas em um grupo do aplicativo de mensagens Telegram.
As conversas indicam que brasileiras e estrangeiras eram levadas a encontros com Vorcaro, amigos e convidados, incluindo autoridades, no Brasil e no exterior a eventos.
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