PF cumpre mandados de busca e apreensão em Operação contra abuso sexual infantojuvenil. Foto: Divulgação/ PF
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira, 25 de setembro, a Operação Terabyte, que busca identificar e prender criminosos em todo o país que agem, principalmente, na internet com o intuito de armazenar e compartilhar material de abuso sexual infantojuvenil.
Dentre os presos está um sargento da Força Aérea Brasileira (FAB), que foi detido no Distrito Federal. A identidade do militar não foi confirmada pela corporação.
Os agentes encontraram, no computador pessoal do sargento, cinco mil arquivos com imagens de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Em nota, o Comando da Aeronáutica diz que "repudia, veementemente, condutas que não representam os valores, a dedicação e o trabalho do efetivo"
Confira o documento:
"A Força Aérea Brasileira (FAB) informa que tomou conhecimento da ocorrência envolvendo um militar integrante de seu efetivo, em Brasília (DF).
O militar foi preso em flagrante, encontra-se sob custódia da FAB e à disposição das autoridades policiais para elucidação dos fatos.
O Comando da Aeronáutica reitera que repudia, veementemente, condutas que não representam os valores, a dedicação e o trabalho do efetivo em prol do cumprimento de sua missão institucional."
A operação também contou com a participação das unidades das Polícias Civis dos estados que atuam nessa temática.
Foram cumpridos, simultaneamente, 138 mandados de busca e apreensão, em todas as unidades da federação, sob a orientação da Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil da Polícia Federal, com foco na identificação e na prisão de abusadores sexuais de crianças e adolescentes.
Participaram desse esforço conjunto mais de 175 policiais. Além disso, a Polícia Federal contou com o apoio da Agência de Investigação Interna (Homeland Security Investigations – HSI), da Embaixada dos Estados Unidos.
A operação visa maior integração entre as forças policiais federais e estaduais, que atuam nos limites dos seus estados, na persecução penal de criminosos que armazenam e compartilham material de abuso sexual infantojuvenil.
Além disso, objetiva demonstrar o engajamento e o compromisso dos diversos agentes públicos envolvidos na defesa da dignidade sexual de crianças e adolescentes vítimas.
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Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.
A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao artista.
Adriana Albuquerque assume a função com a missão de implementar as diretrizes estratégicas da PF no estado, com foco no enfrentamento ao crime organizado.
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