Deputado federal Eduardo Velloso. (Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados)
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira, 29 de janeiro, a Operação Graco para investigar suspeitas de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares. O deputado federal Eduardo Velloso (União-AC) é apontado como principal alvo da apuração.
Durante a operação, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar, em Rio Branco, capital do Acre, e também em seu apartamento funcional, em Brasília.
De acordo com a PF, a investigação tem como foco possíveis irregularidades na contratação de uma empresa responsável pela realização de shows musicais financiados pela Secretaria Municipal de Cultura de Sena Madureira (AC), em setembro de 2024.
As apurações indicam a suspeita de desvio de aproximadamente R$ 912 mil, provenientes de emendas parlamentares conhecidas como “emendas PIX”, modalidade que permite a transferência direta de recursos da União para estados e municípios, sem a exigência de prestação de contas prévia.
Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados do Acre e no Distrito Federal.
Os investigados podem responder por crimes como associação a organização criminosa, fraude em licitação, corrupção, lavagem de dinheiro, além de outros delitos conexos.
A Polícia Federal (PF) realizou uma operação, em novembro do ano passado, para apurar supostos desvios em pavimentação de rodovias financiadas por emendas parlamentares. A investigação calcula que o prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 22 milhões.
A PF foi às ruas para cumprir 11 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sendo nove em Fortaleza (CE) e dois em Natal (RN). Alvos da investigação são contratos do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS).
A Controladoria-Geral da União (CGU) também participou da ação apelidada de Fake Road, que é rodovia falsa em inglês. A PF informou que os alvos são servidores públicos e representantes de empresas privadas.
A operação incluiu ainda pedidos de bloqueio judicial de bens e valores, indisponibilidade de imóveis e veículos, busca pessoal e veicular, bem como a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático dos investigados.
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Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.
A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao artista.
Adriana Albuquerque assume a função com a missão de implementar as diretrizes estratégicas da PF no estado, com foco no enfrentamento ao crime organizado.
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