Agentes da Polícia Federal durante Operação. Foto: PF/Divulgação
A Polícia Federal (PF) faz nesta quinta-feira, 4 de dezembro, a Operação Poditor para combater os crimes de produção, armazenamento e disseminação de imagens íntimas de adultos e também
As autoridades têm como alvo um homem que mantinha relações sexuais com mulheres e armazenava fotos e vídeos sem que a vítima soubesse. O conteúdo era, mais tarde, distribuído a sites internacionais de pornografia adulta, expondo a identidade das mulheres.
Segundo comunicado da Polícia Federal, as imagens foram obtidas em São Paulo, no Rio de Janeiro e também no exterior. As vítimas acreditavam estar em ambiente seguro.
Por meio de mandados de busca e apreensão, foram coletados dispositivos eletrônicos, mídias e outros materiais usados ilegalmente.
Também na manhã desta quinta, a PF faz a Operação Valquíria, na Bahia, para reprimir ameaças a universidades federais e apologia ao nazismo.
A ação começou após o envio de e-mails de ameaças e apologia ao nazismo às instituições de ensino. Em investigações, as autoridades identificaram o principal suspeito.
As diligências dessa operação também são feitas em Belo Horizonte.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu um homem de 18 anos por armazenar e compartilhar conteúdos pedopornográficos de uma ex-namorada de 13 anos na internet.
A operação Monitus foi realizada pela Delegacia Especial de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em maio de 2024, com suporte de peritos do Instituto de Criminalística (IC). A investigação começou em agosto de 2023.
De acordo com a apuração policial, o acusado manteve um relacionamento com a adolescente, onde pedia que ela enviasse fotos e vídeos íntimos. Com esse conteúdo, o homem divulgou o material em perfis falsos criados por ele em uma rede social.
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na casa dele, no Itapoã, os policiais encontraram inúmeros conteúdos da adolescente armazenados no celular do autor. Ele foi preso em flagrante pelo armazenamento do material pedopornográfico e pode ser condenado a pena de até quatro anos de reclusão.
O nome na operação em latim significando advertência. Essa escolha se deve ao fato de o autor alegar ter compartilhado as imagens como uma forma de alerta à vítima, para que ela aprendesse a não enviar fotos íntimas a ninguém.
A ação policial realizada hoje integra a iniciativa "Caminhos Seguros", promovida pelo Ministério da Justiça, que tem como objetivo combater a exploração sexual de crianças e adolescentes.
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Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.
A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao artista.
Adriana Albuquerque assume a função com a missão de implementar as diretrizes estratégicas da PF no estado, com foco no enfrentamento ao crime organizado.
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