No dia 22 de novembro, o ex-presidente do Brasil foi preso após confessar que usou ferro de solda para romper o equipamento.
18 de dezembro de 2025 às 15:42 - Atualizado às 15:56
Bolsonaro tentou romper tornozeleira eletrônica. (Fotos: Divulgação e Reprodução/ Redes Sociais)
O laudo dos peritos da Polícia Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal, na quarta-feira, 18 de dezembro, confirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou violar a tornozeleira eletrônica durante o período em que esteve em prisão domiciliar.
No dia 22 de novembro, Bolsonaro foi preso após confessar que usou ferro de solda para romper o equipamento. Desde então, ele está em uma sala da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista.
Os peritos confirmaram que há sinais de violação do equipamento, com danos significativos na capa plástica da tornozeleira.
Segundo eles, testes realizados com ferro de solda na superfície da tornozeleira são compatíveis com os danos verificados, sendo a violação grosseira e sem “precisão técnica”
O laudo foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
Também nessa quarta-feira, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu autorização ao STF para que ele faça sessões de fisioterapia. Segundo os advogados, o atendimento é essencial para o condicionamento físico e para evitar soluços.
As informações são da Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente nas primeiras horas do dia 22 de novembro, e segundo o ministro Alexandre de Moraes, o motivo de sua decisão está ligado a uma tentativa de aliados do ex-presidente de atrapalhar a fiscalização da prisão domiciliar. Bolsonaro ainda teria tentado romper a tornozeleira eletrônica para "garantir êxito em sua fuga".
No despacho emitido na data, Moraes apontou que a convocação de uma “vigília” organizada por apoiadores de Bolsonaro poderia ter como finalidade obstruir o trabalho da Polícia Federal e da Polícia Penal do Distrito Federal, responsáveis pelo cumprimento das medidas impostas.
O ministro destacou ainda que o conteúdo divulgado por aliados “indica a possível tentativa de utilização de apoiadores do réu Jair Messias Bolsonaro (…) com a finalidade de obstruir a fiscalização das medidas cautelares”.
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Ela foi autuada por tráfico interestadual de drogas, cujas penas podem chegar até 20 anos de reclusão.
A medida foi adotada diante do risco de fuga depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus concedido ao artista.
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