''Os caras acham que podem fazer o que quiser, provocar, xingar, incentivar a morte, incentivar a promiscuidade das pessoas. E não tem nada para punir", afirmou.
06 de fevereiro de 2025 às 18:15 - Atualizado às 18:15
Lula defende regulamentação das plataformas digitais Foto: youtube/reprodução
A secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto esclareceu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira, 6 de janeiro, a regulamentação de plataformas digitais e que a fala do presidente não tem relação com conteúdo jornalístico da imprensa convencional.
Em entrevista a rádios nesta manhã, o presidente disse que é preciso regular o que chamou de "imprensa digital" e pediu que o Congresso e o Supremo Tribunal Federal participem do debate.
"Nós precisamos regular essa chamada imprensa digital. Não é possível que numa imprensa escrita, numa televisão normal, o cidadão falou uma bobagem, ele é punido. Tem lei para isso. E no digital, não tem lei. Os caras acham que podem fazer o que quiser, provocar, xingar, incentivar a morte, incentivar a promiscuidade das pessoas. E não tem nada para punir", afirmou Lula em entrevista.
Ao Broadcast, a Secom esclareceu que o presidente Lula se referia às plataformas. A secretaria ressaltou que não é a primeira vez que o presidente manifesta preocupação com a atuação das plataformas e que isso não tem relação com conteúdo jornalístico da imprensa regular/convencional.
Estadão Contéudo
O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, disse que o atentado de na Praça dos Três Poderes que ocorreu em 13 de novembro, joga luz sobre o debate sobre a regulamentação das redes sociais e propostas de anistia a condenados pelo 8 de janeiro.
Ele defendeu a regulação após citar uma série de atentados contra as instituições nos últimos anos.
"A revisitação dos fatos que antecederam aos ataques de ontem é pressuposto para a realização de um debate racional sobre a defesa de nossas instituições, sobre a regulação das redes sociais (julgamento este que se avizinha) e sobre eventuais propostas de anistiar criminosos", afirmou.
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