Polícia Federal é acionada para evitar protesto ccontra Lula no desfile de Carnaval. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Um grupo de cinco homens protestou contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o desfile da Acadêmicos de Niterói, na noite de domingo, 15 de fevereiro, na Marquês de Sapucaí. Os manifestantes acompanharam a apresentação a menos de 10 metros do chefe do Executivo federal e demonstraram insatisfação enquanto parte do público entoava coro favorável ao presidente.
O episódio ocorreu no camarote da Prefeitura do Rio. Lula assistiu ao desfile ao lado da primeira-dama Janja e do prefeito Eduardo Paes. O grupo permaneceu em uma área logo abaixo do espaço onde as autoridades estavam posicionadas.
Segundo relatos do local, os cinco homens vestiam camisetas da Seleção Brasileira e se mantiveram parados durante praticamente todo o desfile da escola de samba. No início da apresentação, um dos integrantes fez gesto obsceno em direção ao presidente. Ao longo dos cerca de 75 minutos de desfile da agremiação, eles continuaram imóveis e com expressão de protesto, em contraste com outros presentes na frisa do camarote, que acompanhavam a passagem da escola com manifestações de apoio.
Em determinado momento, integrantes da segurança presidencial se aproximaram do grupo. Agentes da Polícia Federal se posicionaram nas proximidades e orientaram os manifestantes a manterem discrição e a evitarem excessos. A abordagem ocorreu na metade da apresentação e teve como foco preservar a segurança no local.
Os homens também fizeram gestos com o dedo em riste na direção do presidente, sinalizando críticas. Apesar da tensão, não houve registro de confronto físico ou retirada do grupo do espaço. Eles permaneceram no local até o fim do desfile.
O desfile da Acadêmicos de Niterói integrou a programação da noite na Marquês de Sapucaí, tradicional palco do carnaval do Rio de Janeiro. O evento reuniu autoridades, convidados e público em geral em diferentes setores do sambódromo.
A presença do presidente Lula no camarote da Prefeitura do Rio atraiu atenção ao longo da noite. Parte do público manifestou apoio ao chefe do Executivo federal, enquanto o grupo de cinco homens adotou postura de protesto silencioso após a intervenção dos seguranças.
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Ao todo, cerca de 35,2 milhões de pessoas terão acesso ao pagamento antecipado, que deve movimentar aproximadamente R$ 78,2 bilhões na economia.
O deputado destacou os investimentos em unidades de referência como o IMIP, o Hospital de Câncer de Pernambuco e o Hospital das Clínicas feito pelo colega.
De acordo com Alckmin, a redução da jornada é uma tendência mundial porque a tecnologia permite que se faça mais com menos funcionários e exige, também, mão de obra mais qualificada.
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