Disputa pelo Senado em Pernambuco Fotos: Divulgação. Arte: Portal de Prefeitura
A pesquisa Simplex/CBN para o Senado em Pernambuco mostra um cenário ainda aberto para a eleição de 2026. O levantamento, divulgado nesta segunda-feira (24), coloca Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa, mas aponta uma diferença relativamente estreita entre os principais nomes que aparecem na corrida pelas duas cadeiras que estarão em jogo no Estado.
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Marília registra 16,8% das intenções de voto. Na segunda colocação aparece o senador Humberto Costa (PT), com 9,8%.
Na sequência estão Mendonça Filho (PL), com 8,3%, e Eduardo da Fonte (PP), que soma 7,4%. Túlio Gadêlha (PSD) aparece com 3,6%.
Os demais candidatos apresentam percentuais abaixo de 1%, enquanto uma parcela significativa dos entrevistados ainda não definiu sua escolha.
O resultado chama atenção principalmente pelo volume de eleitores que ainda não indicaram uma preferência.
Segundo o levantamento, 19,8% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 32,4% não souberam ou não responderam.
Esse cenário indica que uma parcela expressiva do eleitorado ainda está fora das opções apresentadas no levantamento, o que pode provocar mudanças na disputa até o período eleitoral.
Além disso, a margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais. Dessa forma, a distância entre alguns dos candidatos precisa ser analisada levando em consideração a margem estatística do levantamento.
Embora Marília Arraes esteja numericamente na liderança, o cenário apresentado pela Simplex/CBN não aponta uma disputa definida.
A ex-deputada tem 16,8%, enquanto Humberto Costa aparece com 9,8%. Mendonça Filho registra 8,3% e Eduardo da Fonte, 7,4%.
Como serão escolhidos dois senadores por Pernambuco em 2026, a disputa não se resume à primeira colocação. O desempenho dos candidatos que aparecem logo abaixo da líder também será determinante para definir quem poderá ocupar as duas cadeiras.
O resultado atual, portanto, representa um retrato do momento da corrida eleitoral e não uma previsão do resultado das urnas.
Quando são considerados os votos válidos apresentados pelo levantamento, Marília Arraes chega a 35,2%.
Humberto Costa aparece com 20,5%, seguido por Mendonça Filho, com 17,3%, e Eduardo da Fonte, com 15,5%. Túlio Gadêlha registra 7,5%.
Na sequência aparecem Carlos Sant’Anna, com 2%; Pastor Gilvan Costa, com 1,6%; e Paulo Rubem Santiago, com 0,4%.
Os percentuais de votos válidos ajudam a visualizar a distribuição das preferências entre os candidatos que pontuaram, mas não devem ser confundidos com uma projeção de eleitos.
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, os índices são consideravelmente menores.
Marília Arraes aparece com 4,8%, seguida por Humberto Costa, com 4,2%. Mendonça Filho registra 3,2% e Eduardo da Fonte, 2,3%.
Túlio Gadêlha tem 0,6% e Carlos Sant’Anna aparece com 0,2%.
O dado que mais chama atenção nesse cenário é o número de eleitores que ainda não definiram sua escolha: 67,4% não souberam ou não responderam.
Outros 17,3% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados.
A fotografia apresentada pela pesquisa Simplex/CBN para o Senado em Pernambuco ocorre em uma fase na qual as candidaturas ainda estão em processo de consolidação.
O elevado percentual de eleitores indecisos, especialmente no cenário espontâneo, mostra que há espaço para mudanças no quadro eleitoral ao longo dos próximos meses.
A exposição dos candidatos, alianças partidárias, campanhas, debates e acontecimentos políticos podem alterar a percepção do eleitor até a votação.
Por enquanto, Marília Arraes aparece como o nome mais bem colocado no levantamento, mas a distância para os demais candidatos e o grande contingente de eleitores que ainda não declarou preferência mantêm a disputa pelas duas vagas em aberto.
A pesquisa Simplex/CBN ouviu 1.067 eleitores de Pernambuco entre os dias 16 e 21 de agosto de 2026. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-06688/2026.
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Nesse cenário, 6,2% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 10,5% não souberam ou não responderam.
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