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Pesquisa Ipsos-Ipec: 38% avaliam o governo Lula como ruim ou péssimo

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Redação

11 de setembro de 2025 às 22:14   - Atualizado às 22:15

Presidente Lula.

Presidente Lula. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Uma pesquisa do Instituto Ipsos-Ipec, divulgada nesta quinta-feira, 11 de setembro, revelou que 38% dos brasileiros consideram o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ruim ou péssimo, enquanto 30% o avaliam como ótimo ou bom. Outros 31% classificam a gestão como regular, e 1% não souberam ou não responderam.

Pela terceira vez no mandato do petista, a taxa de rejeição supera a de aprovação, mas com sinais de melhora. A percepção negativa caiu cinco pontos percentuais em relação ao levantamento de junho, quando estava em 43%.

Ao mesmo tempo, a avaliação positiva subiu de 25% para 30%, um avanço de cinco pontos percentuais. Já os que consideram o governo regular oscilaram de 29% para 31%.

Embora a rejeição ainda seja predominante, a pesquisa aponta que Lula conseguiu recuperar parte da confiança perdida nos últimos meses. 

O levantamento ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais em 132 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 4 e 8 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

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Pesquisas anteriores

Junho de 2024: 43% ruim/péssimo, 29% regular, 25% ótimo/bom.

Setembro de 2024: 38% ruim/péssimo, 31% regular, 30% ótimo/bom.

Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 11, aponta que a aprovação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu para 33%, É o melhor resultado desde dezembro de 2024. A taxa de reprovação, por sua vez, oscilou de 40% para 38%, dentro da margem de erro. Outros 28% avaliam a gestão como regular.

O presidente havia iniciado 2025 com instabilidade política e econômica, além da chamada "crise do Pix". Dois meses depois, seus índices chegaram ao pior nível dos seus três mandatos: aprovação em 24%, reprovação em 41% e avaliação regular em 32%.

A partir de então, os números ficaram estagnados até julho, quando a aprovação subiu para 29%, a reprovação ficou em 40% e a avaliação regular em 29%.

O levantamento também questionou a avaliação pessoal do trabalho pessoal de Lula como presidente. O resultado permaneceu estável: 48% aprovam, ante 46% em julho, enquanto a reprovação oscilou de 50% para 48%.

Comparando ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula aparece em vantagem no mesmo momento do mandato. Após dois anos e nove meses no Planalto, o atual presidente tem 33% de aprovação, contra 22% de Bolsonaro nesse ponto da linha do tempo. À época, o ex-presidente registrava 53% de reprovação e 24% de avaliação regular.

Lula é mais bem avaliado entre nordestinos (45% de ótimo/bom), eleitores com menor escolaridade (40%), pessoas de 45 a 59 anos (40%) e os mais pobres (39%). Já a maior rejeição vem do Sul (52%), dos evangélicos (52%), das faixas de renda acima de dois salários mínimos (de 47% a 51%) e de quem tem curso superior (46%).

Na segmentação, o petista viu sua aprovação saltar de 38% para 45% no Nordeste, seu reduto histórico, dentro de uma margem de erro de quatro pontos. Também registrou avanço entre os evangélicos, grupo majoritariamente alinhado ao bolsonarismo: passou de 18% para 27% de ótimo/bom, ainda que a desaprovação siga elevada.

A pesquisa ouviu 2.005 pessoas com mais de 16 anos em 113 cidades entre os dias 9 e 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

 

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