Lula e Flávio Bolsonaro. Foto: Divulgação
Uma pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Veritá em Pernambuco mediu a percepção do eleitorado sobre a disputa presidencial de 2026 e apontou liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No cenário estimulado, Lula aparece com 53,8% das intenções de voto no estado. O senador Flávio Bolsonaro (PL) surge na segunda colocação com 38,5%.
O levantamento também testou outros nomes na disputa. Pablo Marçal (UB) aparece com 2,2%. Renan Santos (Missão) soma 2,1%. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), registra 1,4%. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), aparece com 1,1%. O governador de Goiás, Ronaldo Caiad (PSD), marca 0,7%. Já Aldo Rebelo (DC) tem 0,2%.
A pesquisa ouviu 2.010 eleitores entre os dias 24 e 30 de março de 2026 em diferentes regiões do estado. O estudo apresenta margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento possui registro no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE: PE-02184/2026) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE: BR-04215/2026).
O cenário estimulado apresenta ao entrevistado uma lista de possíveis candidatos. Esse formato permite avaliar como o eleitor reage quando visualiza nomes que já circulam no debate político nacional. Nesse contexto, Lula mantém alta vantagem no estado, enquanto Flávio Bolsonaro aparece como principal nome da oposição entre os citados.
Os números revelam um cenário de polarização já conhecido no ambiente político brasileiro. Pernambuco apresenta histórico recente de apoio expressivo a Lula em eleições anteriores. O resultado da pesquisa indica que essa preferência permanece presente quando o eleitor é questionado sobre a disputa de 2026.
1
3
14:52, 08 Set
29
°c
Fonte: OpenWeather
Campanha do candidato ao Governo de Pernambuco alega que emissora fere a Lei Federal nº 9.504/1997, que regulamenta as regras do processo eleitoral.
Entre os entrevistados, 2% disseram não conhecer Flávio Bolsonaro e 1% não soube responder ou não respondeu. O presidente Lula aparece logo em seguida, com 49% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
mais notícias
+